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sábado, 19 de dezembro de 2009

Escritura Pública da Associação MVC

Segunda-feira dia 21 de Dezembro vai realizar-se a Escritura Pública da associação MVC-Movimento Viver o Concelho que teve a sua origem no Movimento Viver a Cidade e cujos objectivos são:
"A MVC tem como objectivo contribuir, através de todos os meios de intervenção cívica, para o aprofundamento da democracia participativa, visando a renovação da vida democrática por via do preenchimento e efectivação das metas morais e sociais da Constituição da República Portuguesa." (dos Estatutos da nova associação.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Assembleia Constituinte da nova Associação - Movimento Viver o Concelho


"O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem carácter, dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons."
Martin Luther King


O Movimento Viver a Cidade nasceu desta inquietação, da inquietação provocada pela conjectura política e social em que nos vemos envolvidos! Nesta realidade do quotidiano desta falta de expectativas, desta falta de esperança, deste conformismo instalado e desta constante sensação de a seguir vir sempre mais do mesmo!... Nasceu então a necessidade cívica de intervir efectivamente, de deixarmos de ser espectadores e de despertar as consciências daqueles que nos rodeiam, daqueles que podem efectivamente trazer mais ideias, mais sonhos, outros sonhos, mais projectos, mais inquietação também!... E sobretudo mais vontades, contra a apatia que parece contagiar ainda mais a sociedade portuguesa do que a gripe A!....
Para além do objectivo inicial do Grupo de Cidadãos Viver a Cidade, surgiu no grupo a necessidade de dar continuidade a um trabalho iniciado e em que 12,75% dos cidadãos da nossa Freguesia acreditaram, mas para além desses sentimos muitos outros apoios e muitas outras expectativas daí ter surgido uma nova ideia, a constituição de uma associação/Movimento cívico: O Movimento Viver o Concelho em que todos os caldenses se possam rever e sentir representados. O MVC tem como objectivo contribuir, através de todos os meios de intervenção cívica, para o aprofundamento da democracia participativa, visando a renovação da vida democrática por via do preenchimento e efectivação das metas morais e sociais da Constituição da República.

Maria Teresa Serrenho

"UTOPIA: Ela está no horizonte, acerco-me um passo e ela se afasta dois. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos mais. Por muito que eu caminhe - Nunca a alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso. Para nos fazer caminhar."
Eduardo Galeano

Colóquio - Assembleia Constituinte



No dia 21 às 21... Deu-se simbolicamente inicio a uma iniciativa que a partir de Janeiro se repetirá todos os meses com o titulo genérico de "Dia 21 às 21" e que constará de colóquios, conversas, debates,formação do foro cívico, cultural ou mesmo de actividades recreativas ou lúdicas. Este título tem como objectivo servir de "lembrete" para os possiveis interessados e participantes.

Após uma breve introdução feita pelo Professor Doutor Amilcar Couvaneiro, que moderou esta Assembleia, ouviu-se uma excelente comunicação feita pela Professora Doutora Maria da Conceição Couvaneiro, subordinada ao tema "Questões de Cidadania".
Seguiu-se uma breve introdução que transcrevo de seguida. Após essa introdução, foram apresentados os Estatutos do Movimento Viver o Concelho, após algumas intervenções/debate, foram colocados à votação os estatutos, tendo sido aprovados por unanimidade e aclamação.

Agradecimento à Associação da Lagoa Parceira



Pela bela tarde de convivio que passámos na Lagoa Parceira, o nosso muito obrigada! E pela maneira como nos receberam e pelo trabalho que tiveram.
Apesar do mau tempo que não ajudou...A música foi fantástica, e o lanche estava óptimo!...
É sempre uma boa opção ao domingo à tarde, um pão quentinho com chouriço, ou uma filhós com café da avó!... Uma delicia. Vale apena ir até lá! Isto também é Viver a Cidade...

Agradecimento aos Típicos Caldenses


“O que é bonito neste mundo, e anima é ver que na vindima de cada sonho, fica a cepa a sonhar outra aventura…”
(Miguel Torga)







O nosso sonho foi vindimado é certo, a colheita poderia ter sido melhor!... Mas a cepa irá crescer, fortalecer seus ramos e ficar mais forte, para mais tarde dar (quem sabe?) uma vindima de um sonho maior! …

Obrigada por terem dado som ao nosso sonho, por terem tornado mais viva a nossa cidade, e mais colorida a nossa campanha, porque a música dá mais cor à vida! E é importante captar a música da vida que existe em toda a parte! Pobres dos que não conseguem ouvir, se não os seus próprios ruídos!...

Obrigada por partilharem connosco a Vossa alegria, a Vossa música e os sons maravilhosos da nossa terra!



Maria Teresa Serrenho
15-11-2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Convite para o Colóquio - Assembleia Constituinte

O Grupo de Cidadãos e Sócios Fundadores vêm convidar os interessados a participar no Colóquio cuja comunicação estará a cargo da Professora Doutora Maria da Conceição Couvaneiro e será subordinado ao tema "Questões de Cidadania", seguir-se-à a assembleia Constituinte em que serão aprovados os Estatutos do Movimento de Cidadãos que agora se está a constituir em "Associação".
O Colóquio/Assembleia Constituinte realiza-se no "Céu de Vidro" emm frente ao Hospital Termal, no sábado dia 21 de Novembro pelas 21 horas.

Estatutos do Movimento

Estatutos da Associação

do

MVC – Movimento Viver o Concelho


Caldas da Rainha, 21 de Novembro de 2009


Secção I – Do âmbito, natureza, objectivos e atribuições
Artigo 1.º
Âmbito
1. É constituída uma Associação denominada MVC – Movimento Viver o Concelho.
2. A MVC é uma associação cívica, de direito privado, com personalidade jurídica e sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado e que se rege pelos presentes estatutos e pelas disposições legais aplicáveis.
3. A MVC tem a sua sede provisória na Rua Henrique Santana, n.º10 em Caldas da Rainha, podendo a sua transferência ser deliberada pelo Conselho Geral.
4. A MVC visa actuar no Concelho das Caldas da Rainha.
5. Podem ser criados Núcleos de base local ou temática.
Artigo 2.º
Natureza
1. A MVC tem a sua génese nos princípios formadores da candidatura aos Órgãos Autárquicos das Caldas da Rainha, sendo a defesa, disseminação, desenvolvimento e actualização desses princípios a razão da sua constituição.
2. A MVC é um movimento independente, transversal e aberto a cidadãos livres, independentemente das suas ligações partidárias ou religiosas.
3. A MVC desenvolve a sua acção tendo em vista o melhor e maior exercício da cidadania e o revigoramento da sociedade civil, contribuindo activamente para a eficácia e representatividade das instituições democráticas.
4. A MVC não é um partido político.
Artigo 3.º
Objectivo
A MVC tem como objectivo contribuir, através de todos os meios de intervenção cívica, para o aprofundamento da democracia participativa, visando a renovação da vida democrática por via do preenchimento e efectivação das metas morais e sociais da Constituição da República Portuguesa.
Artigo 4.º
Desenvolvimento do Objecto
A MVC desenvolve a sua actividade designadamente no sentido:
1. Da construção de uma sociedade de confiança, de diversidade, de coesão e de cidadania, cosmopolita e intercultural, que previna a segmentação social e qualquer tipo de descriminação;
2. Da igualdade de homens e mulheres como prioridade da organização social;
3. Da melhoria de condições para a entrada na vida adulta das pessoas jovens com dignidade e independência e responsabilidade cívica;
4. Do encorajamento a estratégias geradoras de iniciativas de emprego e de trabalho digno;
5. Do reforço da solidariedade entre gerações;
6. Da defesa do património natural e edificado e do ordenamento harmonioso da cidade de Caldas da Rainha e de todo o Concelho;
7. Da defesa e divulgação da língua, da cultura e dos Direitos e Deveres de cidadania;
8. Da sensibilização para a ligação indispensável entre os direitos políticos, económicos e sociais;
9. Da sensibilização para a importância do envolvimento da sociedade, da família e da escola pública na Educação dos jovens, para o desenvolvimento de competências críticas de cidadãos mais conscientes, responsáveis e participativos;
10. Do assegurar aos seniores o direito ao trabalho, ao exercício da cidadania, e à participação responsável na defesa dos seus interesses e na participação das transformações sociais.
Artigo 5.º
Atribuições
Para a prossecução dos seus objectivos são atribuições da MVC:
1. Promover debates sobre temas relevantes tanto de âmbito local como geral, sob a forma de encontros, jornadas, colóquios, seminários, congressos ou outras iniciativas similares;
2. Dinamizar a realização de petições, acções populares e iniciativas legislativas de cidadãos; Cooperar na realização de iniciativas cívicas promovidas por outras entidades que se coadunem com os princípios, natureza e objectivos da MVC;
3. Projectar as suas actividades e iniciativas no espaço público da cidadania, incluindo os meios de comunicação social e as novas tecnologias de informação;
4. Promover a edição e editar obras em livro, CD's, DVD's ou qualquer outro suporte actual ou futuramente conhecido;
5. Criar e manter um site para divulgar as suas actividades, promover a formação cívica, incentivar o debate e a reflexão sobre temas actuais que se enquadrem nos seus princípios, natureza e objectivos;
6. Promover acções de formação e sensibilização no âmbito do alargamento e aprofundamento da cidadania e da cultura democrática;
7. Apoiar a criação e a acção do movimento associativo que tenha em vista o desenvolvimento e a promoção do bem público.
Secção I I – Dos membros
Artigo 6.º
Membros
Podem ser membros da MVC pessoas singulares ou colectivas e associações – com ou sem personalidade jurídica, que se proponham colaborar e prosseguir os fins associativos previstos nos presentes estatutos.
Artigo 7.º
Categorias
1. O MVC integra as seguintes categorias de membros: fundadores, efectivos, cooperantes e participantes.
2. São membros fundadores: Maria Teresa Maio Santos Milhanas Serrenho /Álvaro Manuel Soares de Carvalho/ Júlia Rosa Máxima Branco/ Ana Paula dos Santos Miguel Marques/ Tiago Ribeiro Serrenho/ José Pedro Fernandes/ Luís Filipe Gonçalves Elias/ Sónia Alexandra da Silva Susano/ Maria Helena Pereira Neves Soares de Carvalho/ Delfim Dias Palmeirão Rebelo/ Jorge Manuel Fortunato dos Reis/ Maria Judite Ribeiro Serrenho/ José António Pereira Alves/ Ana Sofia de Oliveira Serrenho/ João Fialho Henriques/ Luís Henriques Serrenho/ Ana Filipa Rebelo Palmeirão/ Filipe Manuel Ribeiro Carvalho/ José Manuel Serrenho/ José Páscoa da Silva/ Henrique Corte Real e as pessoas que tenham participado directamente ou através de representante na Assembleia Constituinte que aprovou os Estatutos da associação MVC.
3. São membros efectivos os fundadores, as pessoas singulares, as colectivas e as associações – com ou sem personalidade jurídica que desejem colaborar activamente no desenvolvimento dos objectivos da MVC, pagando a jóia de inscrição e as quotas nos montantes previamente estabelecidos.
4. São considerados participantes as cidadãs e os cidadãos que expressamente concordem com os princípios, valores e objectivos da MVC e queiram intervir de modo esporádico ou permanente nas suas actividades, mas não pretendam gozar do direito de voto na Assembleia Geral ou de capacidade eleitoral activa e passiva para os órgãos sociais, não pretendendo também vincular-se ao pagamento de jóia ou de quotas. Os membros participantes inscrevem-se, nessa qualidade, na Lista de Membros, que será pública e actualizada.
Artigo 8.º
Admissão
1. Sem prejuízo do disposto nos n.º 2 e 3 do artigo anterior e do n.º 8 do art.º 15º, a qualidade de membro efectivo da MVC adquire-se nos termos do ponto 9 do artigo 28º, na sequência da subscrição pelo interessado de uma declaração de candidatura, manifestando intenção de aderir à Associação e aceitando os respectivos estatutos.
2. A qualidade de membro participante depende de inscrição na Lista de Membros.
Artigo 9.º
Direitos
São direitos dos membros efectivos:
1. Participar nas reuniões da Assembleia-geral;
2. Eleger e ser eleito para os cargos associativos;
3. Requerer a convocação da Assembleia-geral extraordinária nos termos do n.º 3 do artigo 24º;
4. Examinar os livros, relatórios e demais documentos, desde que o requeiram por escrito com a antecedência mínima de 8 dias;
5. Utilizar os serviços de informação e documentação da associação;
6. Participar nas iniciativas promovidas pela associação e ser delas informado regularmente;
7. Submeter à apreciação da Comissão Coordenadora quaisquer sugestões que visem a melhor prossecução dos fins da MVC.
Artigo 10.º
Deveres
Os membros efectivos da MVC devem contribuir para a realização dos objectivos do MVC, bem como para a sua manutenção através do pagamento de jóia e quotas, mas não estão obrigados a qualquer disciplina de grupo.
Artigo 11.º
Perda da qualidade de membro
1. A existência de delito culposo grave que transite em julgado.
2. Os membros que por actos censuráveis prejudiquem a MVC ficam sujeitos à sanção de suspensão de direitos ou exclusão, a deliberar pelo Conselho Geral.
3. A sanção a que se refere o número anterior será proposta pela Comissão Coordenadora ao Conselho Geral, após ouvir a pessoa interessada na sua defesa, podendo a Comissão Coordenadora suspendê-la preventivamente.
4. Das deliberações do Conselho Geral cabe recurso para a Assembleia-geral.
Artigo 12.º
Readmissão
Quem tenha perdido a qualidade de membro e deseje ser readmitido, terá de solicitar por escrito o seu reingresso e ficará sujeito às mesmas condições de quem se candidatar de novo.
Secção III – Da organização e órgãos sociais
Artigo 13.º
Organização
1. A associação MVC organiza-se em rede, de forma não hierárquica, através de núcleos de cidadãs e cidadãos que voluntariamente se queiram constituir como tal para participar e promover iniciativas que se enquadrem nos objectivos da MVC.
Artigo 14.º
Órgãos sociais
São órgãos da MVC:
1. A Assembleia-geral;
2. O Conselho de Membros Fundadores;
3. A Direcção
4. O Conselho Fiscal.
Artigo 15°
Núcleos
1. Podem ser criados Núcleos, os quais podem ser de base local ou temática.
2. A criação dos Núcleos deverá ser proposta por um grupo de membros efectivos à Direcção e deverá ser ratificada em Assembleia-geral.
3. A estrutura de cada Núcleo bem como o seu modo de funcionamento e de financiamento e as suas competências serão objecto de uma deliberação específica a ratificar na mesma reunião da Assembleia-geral que ratifique a respectiva criação, sem prejuízo do disposto no nº 8.
4. A estrutura e os modos de funcionamento dos Núcleos devem respeitar os estatutos da MVC, as regras da democracia interna, a transparência das decisões e a rotatividade de mandatos.
5. Os Núcleos devem apresentar as suas contas junto da Direcção.
6. Quaisquer Núcleos que pretendam financiamento da MVC para a realização das respectivas actividades apresentam proposta fundamentada e orçamentada à Direcção que delibera em prazo razoável.
7. A MVC não se responsabiliza pelo pagamento de quaisquer apoios financeiros a actividades que tenham início antes de comunicada à entidade proponente a deliberação prevista no número anterior.
8. Aos Núcleos que sejam também associações conforme previsto no nº 3 do artigo 7º corresponde a forma de gestão indicada nos respectivos estatutos, desde que não entrem em contradição com os da MVC.
Artigo 16°
Representação
A representação da MVC, em juízo e fora dele, compete à Direcção.

Artigo 17°
Gratuitidade dos cargos
O exercício de qualquer cargo nos órgãos sociais da MVC é gratuito, sem prejuízo do eventual reembolso de despesas, devidamente documentadas, que tenham sido autorizadas e realizadas no âmbito das respectivas funções.
Artigo 18°
Requisitos para eleição dos órgãos sociais
Só os membros efectivos singulares são elegíveis para a Mesa da Assembleia-geral, e para a Direcção.
Artigo 19°

Mandato
1. A duração do mandato dos titulares dos órgãos sociais é de quatro anos, à excepção do Conselho de Membros Fundadores.
2. São permitidas reconduções, mas cada membro não poderá ser eleito ou designado para o mesmo órgão por mais de dois mandatos consecutivos.
3. O mandato inicia-se na primeira quinzena a seguir às eleições.
4. A Direcção deve manter uma lista actualizada de todos os membros eleitos para os órgãos da MVC, bem como para os respectivos núcleos.

Artigo 20°
Estudos e trabalhos específicos
1. A Direcção, sob proposta dos membros da MVC, poderá decidir apoiar estudos e trabalhos específicos a realizar no âmbito das suas atribuições. As decisões sobre tais apoios e sobre as características dos mesmos serão tomadas, caso a caso, bem como as decisões sobre a divulgação da realização e dos resultados desses estudos ou trabalhos.
2. Os estudos e trabalhos a desenvolver no âmbito da MVC são abertos a todos os seus membros.
Artigo 21º
Composição da Assembleia-geral
1. A Assembleia-geral é o órgão soberano da MVC, sendo constituída pelos membros efectivos no pleno gozo dos seus direitos, convocados e reunidos para tal nos termos destes estatutos.
2. A Assembleia-geral funciona em sessões ordinárias e extraordinárias.
3. As pessoas colectivas e associações – com ou sem personalidade jurídica, têm direito a um voto.
Artigo 22º

Competências da Assembleia-geral

Compete à Assembleia-geral tomar todas as deliberações não compreendidas nas atribuições dos outros órgãos e designadamente:
1. Aprovar os Estatutos da MVC bem como o regimento eleitoral;
2. Alterar os Estatutos, por maioria qualificada e com parecer favorável do Conselho de Fundadores e da Direcção;
3. Eleger os órgãos sociais;
4. Eleger a mesa da Assembleia-geral;
5. Aprovar o Regimento de Funcionamento da Assembleia-geral;
6. Definir as linhas estratégicas gerais da actuação do MVC;
7. Aprovar o Plano de Actividades e o Orçamento Anual;
8. Definir os critérios gerais de financiamento do MVC;
9. Aprovar e alterar regulamentos e regimentos internos sob proposta da Comissão Coordenadora;
10. Ratificar a criação de Núcleos e a eventual atribuição de fundos;
11. Deliberar, no quadro dos planos de actividades anuais, sobre o apoio ao desenvolvimento de estudos e trabalhos específicos e sobre a eventual atribuição de fundos e outras formas de colaboração;
12. Deliberar sobre a representação da MVC em associações e comissões, ou estruturas congéneres;
13. Deliberar, por maioria qualificada, sobre a exclusão de membros;
14. Admitir membros quando sejam pessoas colectivas, por proposta da Direcção e com parecer favorável do Conselho de Membros Fundadores.
15. Deliberar sobre o Relatório de Contas apresentado pela Direcção e acompanhado do parecer do Conselho Fiscal;
16. Fixar, sob proposta da Direcção, os montantes da jóia de inscrição e das quotas;
17. Apreciar o dispêndio de verbas do fundo de reserva após a autorização da Direcção;
18. Deliberar sobre a dissolução da MVC, sob proposta da Direcção, com parecer favorável do Conselho de Membros Fundadores.

Artigo 23°

Mesa da Assembleia-geral
1. As reuniões da Assembleia-geral são dirigidas por uma Mesa constituída por Presidente, Vice-Presidente e Secretário.
2. Compete à Mesa da Assembleia-geral:
a) Convocar as Assembleias-gerais;
b) Presidir às sessões e dirigir os respectivos trabalhos.
c) Elaborar uma acta das deliberações tomadas nas reuniões.

Artigo 24°

Reuniões da Assembleia-geral
1. A Assembleia-geral reúne, ordinariamente, uma vez por ano, até ao dia 31 de Março.
2. A Assembleia-geral reúne também ordinariamente, de quatro em quatro anos, para eleger os titulares para os Órgãos Sociais.
3. A Assembleia-geral reúne, extraordinariamente, quando convocada pelo Presidente da Mesa da Assembleia, a requerimento de qualquer outro dos órgãos sociais, por um conjunto de associados não inferior à quinta parte da sua totalidade, não sendo exigível mais de cinquenta, no pleno gozo dos seus direitos.
Artigo 25°

Conselho de Membros Fundadores
1. O Conselho de Membros Fundadores é um órgão consultivo e é composto por todos os membros fundadores da MVC.
2. O Conselho de Membros Fundadores é presidido pelo primeiro sócio fundador ou pelo mais antigo, na falta definitiva do primeiro.
3. O Conselho de Membros Fundadores tem de ser obrigatoriamente ouvido em matérias que digam respeito a:
3.1. Alteração dos estatutos;
3.2. Admissão de novos membros;
3.3. Dissolução.
4. O Conselho de Membros Fundadores pode pronunciar-se sobre qualquer aspecto da vida associativa da MVC.
5. O Conselho de Membros Fundadores aprova a sua forma de funcionamento e pode ser convocado a pedido do primeiro membro fundador ou de qualquer dos órgãos sociais da MVC.
6. O Presidente do Conselho de Fundadores pode convocar a reunião de qualquer órgão e participar em qualquer das suas reuniões.

Artigo 26º

Competências da Direcção

São competências da Direcção:
1. Promover a prossecução dos objectivos e o exercício das atribuições da MVC;
2. Preparar os planos de actividade e os respectivos orçamentos anuais, a submeter à Assembleia-geral;
3. Gerir as actividades da MVC, cumprindo e fazendo cumprir as disposições dos Estatutos e as decisões da Assembleia-geral, bem como administrar os bens e fundos que lhe estão confiados;
4. Representar a associação MVC, em juízo e fora dele;
5. Propor o apoio ao desenvolvimento de estudos e trabalhos específicos, no quadro dos planos de actividades anuais;
6. Atribuir fundos específicos, dentro do orçamento da MVC e de acordo com as condições estabelecidas pelo Assembleia-geral, e outros tipos de apoio a Núcleos e a determinados estudos e trabalhos;
7. Elaborar o relatório e as contas relativos a cada exercido e apresentá-lo para discussão e aprovação da Assembleia-geral;
8. Admitir pessoas singulares como membros efectivos.
9. Propor à Assembleia-geral a admissão de membros que sejam pessoas colectivas, sem prejuízo do art.º 15º, n.º8;
10. Organizar e gerir uma base de dados relativa aos membros da Associação, mantendo actualizada a lista de membros efectivos e participantes
11. Coordenar as tarefas de divulgação das actividades da MVC, nomeadamente na comunicação social e na Internet, através do site e /ou blog da MVC;
12. Elaborar o seu regimento interno ou outros regulamentos internos a submeter à Assembleia -geral.
13. Promover parcerias e analisar protocolos com outras associações ou movimentos, a propor à Assembleia-geral.
14. Contemplar, em caso de manifesta necessidade, a existência de trabalhadores assalariados para o prosseguimento das suas acções
Artigo 27º

Funcionamento da Direcção

1. A Direcção reúne ordinariamente uma vez por mês.
2. A Direcção pode reunir extraordinariamente se convocada:
a) Pelo seu Presidente;
b) Pela maioria dos seus membros;
c) Nos termos do nº 6 do artigo 25º.

Artigo 28°

Composição e funcionamento do Conselho Fiscal

1. O Conselho Fiscal é constituído por Presidente e dois Vogais.
2. O Conselho Fiscal reúne ordinariamente duas vezes por ano.
3. O Conselho Fiscal reúne extraordinariamente sempre que necessário para o cumprimento das suas atribuições e competências.

Artigo 29°

Reuniões e competências do Conselho Fiscal

Ao Conselho Fiscal compete:
1. Acompanhar a gestão económico-financeira da Direcção;
2. Examinar os elementos de escrita elaborados pela Direcção e dar parecer sobre o orçamento, o relatório e as contas relativas a cada exercício anual para apreciação em Assembleia-geral;

Artigo 30°

Eleições

1. A eleição dos membros da Assembleia-geral, da Direcção e do Conselho Fiscal é realizada por escrutínio secreto, directo e universal, podendo ser utilizado o voto por correspondência.
2. A eleição é feita por votação de listas específicas para cada um dos órgãos, considerando-se eleitos os candidatos das listas mais votadas,
3. As listas para os órgãos sociais da MVC devem obedecer sempre que possível, à paridade de género.

Secção IV – Do financiamento

Artigo 31°

Fundo de reserva

1. Durante o primeiro ano de actividade da MVC, 5% das receitas entradas serão destinadas à constituição do fundo de reserva.
2. A MVC não terá capital social nem distribuirá resultados de exercício, podendo, no entanto, constituir um fundo de reserva, representado por 5% dos saldos anuais das contas da gerência, destinado a fazer face a circunstâncias imprevistas.




Artigo 32°

Receitas
1. São fontes de receita da MVC:
1.1. As jóias de inscrição e as quotas pagas pelos seus membros;
1.2. Quaisquer apoios financeiros com que os membros queiram contribuir para além das quotizações;
1.3. Os subsídios ou comparticipações, subvenções, financiamentos ou apoios oficiais ou privados – nacionais, transnacionais, internacionais ou comunitários – que se destinem à prossecução dos fins da MVC;
1.4. Quaisquer legados, a favor da Associação, quando deles possa provir rendimento para a realização desses mesmos fins;
1.5. A retribuição de quaisquer outras actividades destinadas à prossecução dos objectivos e à execução das atribuições da MVC, nomeadamente actividades de formação;
1.6. O rendimento de bens, fundos de reserva ou dinheiros depositados;
1.7. Quaisquer rendimentos provenientes da venda de publicações ou outras edições promovidas ou participadas pela MVC, bem como da realização de leilões ou vendas de objectos de arte, livros, discos, CD's, DVD's ou peças de colecção oferecidas à MVC;
1.8. O produto das inscrições em seminários, visitas de estudo e outros eventos;
1.9. O rendimento ou proveito de realizações ligadas à vida associativa.
1.10. Quaisquer donativos a favor da Associação.
1.11. A participação dos núcleos nas receitas da MVC será objecto de regulamento próprio.

Artigo 33°

Despesas

As despesas da MVC são as que resultam do exercício das suas actividades, em cumprimento dos Estatutos e as que lhe sejam impostas por lei.

Artigo 34°

Transparência das contas

1. A MVC tornará públicas as suas contas anuais aprovadas pela Assembleia-geral.
2. Os Núcleos têm o respectivo direito de voto suspenso enquanto não forem tornadas públicas as respectivas contas anuais.










Secção V – Disposições finais e transitórias

Artigo 35°

Dissolução

Sem prejuízo do disposto no artigo 182º do Código Civil, a deliberação sobre a dissolução da MVC respeitará o quórum a que se refere o artigo 175º, número 4, do mesmo Código.


Artigo 36°

Omissões e litígio
1. Tudo o que não estiver previsto nos presentes Estatutos será regulado pelo disposto no Código Civil, designadamente, o previsto nos artigos 157° a 184°.
2. Em caso de litígio, vigorará o foro da comarca da sede da MVC, com renúncia expressa a qualquer outro.

Artigo 37°

Primeiras eleições

1. Até à eleição dos titulares dos Órgãos Sociais funcionará uma Comissão Instaladora de nove membros a designar e cuja composição foi aprovada na Assembleia Constituinte que aprovou os Estatutos da MVC.
2. As primeiras eleições realizar-se-ão nos sessenta dias imediatamente posteriores à constituição da MVC, em Assembleia-geral Eleitoral convocada para o efeito pela Comissão referida no número anterior.
3. A primeira Assembleia-geral (Assembleia Constituinte) foi convocada por Maria Teresa Maio Santos Milhanas Serrenho e constituiu-se em Conselho de Membros Fundadores.

Festa Convivio na Lagoa Parceira


Dia 15 de Novembro fizemos uma agradável festa/convivio no salão da Associação da Lagoa Parceira, abrilhantado pelo nosso fantástico grupo se música popular "os Típicos Caldenses". O tempo não ajudou muito pois esteve muito mau e acabou por limitar algumas pessoas, mas tivemos uma tarde de convívio muito agradável em que penso todos se divertiram.


AGRADECIMENTOS ESPECIAIS

A todos os que participam!...

É no dar que se recebe!... E a melhor compensação é podermos partilhar com os outros e sabermos aproveitar o que a vida nos dá a cada momento!...

Liberdade, liberdade…Quem na tem chama-lhe sua!

Texto escrito após tomada de posse na Assembleia de Freguesia de Nossa senhora do Pópulo, cabe a cada um interpretar o porquê deste meu desabafo!...

Liberdade, liberdade…Quem na tem chama-lhe sua!

Que feliz me sinto por ser livre!...
Como é bom não ter que me sujeitar às opiniões dos outros… não ter que pensar no que dirá a D. Fulana Assim-assim… não ligar se vão criticar o meu penteado (despenteado), a minha saia (se é curta ou comprida) …, a minha postura…, os meus sapatos (porque são altos, ou porque são baixos…). Que me importa!...
Que me importa que me julguem, que me achem louca, ambiciosa, exibicionista. Que digam que sou isto ou que sou aquilo! Que me importa!...
Como é bom poder não ser politicamente correcta, mas manter a dignidade e a honra, sem necessidade de me vender a ninguém, sem ter que dizer que sim, quando se quer dizer não. Não ter que dizer que se adora, quando se detesta!... Não ter que sorrir quando lhes apetece fugir!...
Como é bom podermos defender aquilo em que verdadeiramente acreditamos.
Como é bom defendermos os nossos ideais e os nossos sonhos.
Como é bom podermos teimar em ter esperança e recusarmos o fatalismo conformista e lamecha!...
Como é bom acreditar e ousar propor alternativas e novas maneiras de enfrentar a vida!
“Liberdade, liberdade, quem na tem chama-lhe sua”… dizia a antiga cantiga e é bem certo. Só pode ser verdadeiramente livre, quem consegue libertar-se das influências estereotipadas da sociedade. Só é verdadeiramente livre o que consegue aguentar a pressão e ser coerente consigo mesmo. O que consegue ser justo com quem o rodeia e sobretudo o que não necessita de se “vender” por uma influência, por um emprego, ou até por um ‘tachinho’ mais ou menos insignificante!...
Passaram 35 anos da chamada “liberdade”… Porque é que se encontram tantas preocupações com o que os outros dizem ou pensam? Porque é que ainda há gente com medo de falar ou até de contactar com este ou com aquele? Porque é que há gente que pensa poder mandar nos sentimentos dos outros? Quem é que condiciona a liberdade de cada um? …
Só é verdadeiramente livre quem se sente livre!... Porque “não há machado que corte a raiz ao pensamento, porque é livre como o vento, porque é livre!”...

Maria Teresa Serrenho

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Gazeta 16-10-2009

Já chegaram tarde, por pouco já não apanhavam ninguém na sede, que pouco antes estava cheia e não só de pessoas, mas também de força e de projectos para o futuro!... Porque continuamos a acreditar!...


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Imprensa no rescaldo das eleições

Só um apartezinho... O reporter que afirma ter tirado fotografias a todos os candidatos, (o que confirmo), deve ter confundido alguém ou então tinha-se esquecido do rolo quando tirou as nossas!... Pois nenhuma imagem do Grupo de Cidadão aparece em toda a análise eleitoral, e, afinal não somos assim tão insignificantes. Elegemos dois elementos para a Assembleia de Freguesia!...

Agradecimento


Agradecimento do Grupo de Cidadãos “Viver a Cidade”


Pois é os eleitores escolheram, votaram e decidiram.
Infelizmente a maioria decidiu continuar a ser “espectador” e a contribuir para que “ganhe” de novo esse grande “partido” que é a abstenção! Muitos optam por não votar pensando que não têm nada a ver consigo, “essa coisa da política”, no entanto todos seremos afectados com essa escolha pois permite que apenas uma minoria decida a vida de todos!
Mas estou aqui sobretudo para agradecer aos que votaram em nós, aos que votaram no Grupo de Cidadãos Independentes “Viver a Cidade”! Obrigada por terem acreditado, obrigada por terem confiado, obrigada pelas manifestações de carinho, pela força, entusiasmo e esperança.
Obrigada também aos que acreditaram em mim, tanto aos que me “empurraram” um pouco para esta aventura, como aqueles que comigo partilharam esta jornada, (curta é certo), mas intensa. Em dois meses construímos um movimento cívico que conseguiu ficar em terceiro lugar e nomear dois representantes para a Assembleia de Freguesia.
Demos uma lição de democracia e de cidadania e sobretudo demos efectivamente VIDA à nossa cidade. Vamos continuar, vamos dar voz aos que em nós confiaram. Continuamos a acreditar!...
Obrigada a todos.
Teresa Serrenho
(12-10-2009)

Mensagem final para os elementos da lista (09-10-2009)


"Se partires um dia rumo a Ítaca

Faz votos de que o caminho seja longo

repleto de aventuras, repleto de saber.

Nem lestrigões, nem ciclopes,nem o colérico Posídon te intimidem!

No teu caminho jamais os encontrarás

Se altivo for teu pensamento

Se subtil emoção o teu corpo e o teu espírito tocar

Nem lestrigões, nem ciclopes

Nem o bravio Posídon hás-de ver

Se tu mesmo não os levares dentro da alma

Se tua alma não os puser dentro de ti.
Faz votos de que o caminho seja longo.

Numerosas serão as manhãs de verão

Nas quais com que prazer, com que alegria

Tu hás-de entrar pela primeira vez um porto

Para correr as lojas dos feníciose belas mercancias adquirir.

Madrepérolas, corais, âmbares, ébanos

E perfumes sensuais de toda espécie

Quanto houver de aromas deleitosos.

A muitas cidades do Egipto peregrinas

Para aprender, para aprender dos doutos.

Tem todo o tempo Ítaca na mente.

Estás predestinado a ali chegar.

Mas, não apresses a viagem nunca.

Melhor será muitos anos levares de jornada

E fundeares na ilha velho enfim.

Rico de quanto ganhaste no caminho

Sem esperar riquezas que Ítaca te desse.

Uma bela viagem deu-te Ítaca.

Sem ela não te punhas a caminho.

Mais do que isso não lhe cumpre dar-te.

Ítaca não te iludiu.Se a achas pobre.

Tu te tornaste sábio, um homem de experiência.

E, agora, sabes o que significam Ítacas.


Konstandinos Kavafis (1863-1933) "


Estamos quase a chegar à nossa Ítaca…
Mas antes mesmo de chegarmos, mesmo antes de sabermos como vai ser… quero agradecer.
Quero agradecer a confiança, o espírito de equipa, o altruísmo, o entusiasmo, o espírito vencedor, a alegria e a postura de todos e de cada um!...
Demos com certeza uma lição de democracia e de civismo à nossa cidade, havemos de ter oportunidade de lhe dar muito mais!...
Quero também dizer-vos que adorei trabalhar convosco, e agradecer o vosso tempo, o vosso esforço e sobretudo, mais uma vez, a confiança que depositaram no meu projecto que passou a ser nosso!
Este será um marco positivo na minha vida, espero que também o seja na vossa!
Um abraço amigo
Teresa Serrenho
(09-10-09)

domingo, 11 de outubro de 2009

Reflexão final...

A campanha chegou ao fim!...
Um grupo de conhecidos passou a ser uma equipa! Demos uma lição de Democracia e de civismo, só por isso valeu a pena!...
Hoje só esperamos que não fiquem em casa, e que todos sintam em si a responsabilidade da escolha que fizerem para a sua terra.
Continuamos a pensar que "CRER É PODER!..."
Que vençam a Democracia e as Caldas da Rainha!

gazeta das Caldas de 09-10-09











segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Lanche na Associação da Lagoa Parceira




Depois de mais uma acção de rua, no domingo fomos lanchar à Associação da Lagoa Parceira. Ficámos deliciados, pão quentinho com chouriço, filhoses, café da avó e ainda por cima muito barato. Ficámos "fregueses"!...

Coisas que acontecem! Hups!...


Hups!... Alguém se esqueceu de por gasolina no carro!... E foi uma carga de trabalhos,desferrou e tudo!... Mas tudo acabou em bem!...

Campanha de rua -almoço de parte do grupo

Depois da agitada manhã de sábado (de campanha na Rua das montras e centro da cidade), fomos todos almoçar e recuperar forças para um belo passeio no parque.


domingo, 4 de outubro de 2009

Campanha de rua


Ontem sábado de manhã fomos par a rua fazer campanha. Ao som apelativo da nossa música de campanha, de muita alegria, simpatia e de "beijinhos", (mas dos das Caldas porque dos outros temos que ser moderados por causa da gripe!...).

Foi muito bom o contacto com a população e também o contacto com os outros concorrentes, com um democrático convivio e respeito mútuo.

Ainda no Jantar de campanha

Discurso Jantar da Candidata Teresa Serrenho
02-10-2009


Boa noite a todos.
Em primeiro lugar quero agradecer a vossa presença nesta noite tão importante para mim.
Já falei muitas vezes em público, em circunstâncias complicadas, no entanto hoje é um dia especial!...
Especial porque sinto em mim a responsabilidade da onda de esperança que se gerou à volta do nosso projecto!
Especial porque dei a cara por um projecto em que acredito e pelo qual darei toda a minha alegria, a minha força e também porque não? A minha Fé! Sim a minha fé não no sentido religioso, mas sim no sentido de crer, de acreditar!...
Durante estes dias de pré campanha algumas pessoas pensavam que o nosso slogan “Crer é Poder” estava mal escrito. Mas não. Este crer é efectivamente de acreditar, nem poderia ser outro.
Comecei por vos apresentar uma história, (não fosse eu professora), Não pretendi com essa história proceder a um auto-elogio, mas sim dar a conhecer um pouco mais da pessoa que sou e dos motivos porque ousei lançar este projecto ambicioso.
Ambicioso, não porque eu ambicione promoção, ou mais valias com ele. Sou Directora do Agrupamento de Escolas de Campelos, que dirijo há 7 anos, cargo que me permite usufruir de maior rendimento do que aquele a que agora me candidato. No entanto, e embora algumas pessoas tenham dificuldade em compreender, o dinheiro não é tudo na vida, e para mim, que sou uma mulher de projectos e de acção, um cidadão deve ser mais do que apenas critico, deve ser interventivo, quando considera que pode fazer algo mais pelo bem comum e neste caso pela sua terra. Para mim este desafio é bem mais do que uma aventura, é uma missão!
A Junta de Freguesia de Nossa Senhor do Pópulo fica situada mesmo no coração da cidade, foi aqui que nasceram as Caldas e é aqui que se encontram as suas termas e as suas memórias. Sendo pois esta freguesia governada por dois senhores (o hospital e a Câmara Municipal), tantas vezes de costas voltadas, defendendo posições opostas não porque sejam o melhor para a cidade, mas só porque não podem estar de acordo publicamente! É pois urgente que alguém consiga mediar entre aqueles poderes, para bem das Caldas da Rainha e do seu património. Tem que haver uma plataforma de entendimento, não se pode esperar que os pavilhões do parque caiam para depois mais uma vez se apontarem responsabilidades diluídas entre as instituições que têm poder para fazer alguma coisa por eles. Não podemos estar mais não sei quantos anos a discutir se vai ser feito isto ou aquilo, ou corremos o risco de passarem a discutir como preservar umas ruínas! É preciso actuar, deixar para trás crelas partidárias ou de poderes e pensar efectivamente na urgência de uma intervenção séria e definitiva naquele que é o rosto da cidade das Caldas da Rainha.
È preciso que se olhe à volta e se veja! Com olhos de ver! Que se veja a sujidade, a falta de iluminação e vigilância, os pormenores que aparentemente não têm importância, mas que muitas vezes põem em perigo a segurança dos cidadãos. É preciso olhar para aqueles canteiros que em vez de flores têm pó e lixo. A beleza urbana também faz parte do bem-estar dos cidadãos. E o pronto arranjo de pequenas coisas pode evitar que se tornem em grandes problemas.
Defendo pois uma Junta mais activa e interventiva, que olhe para os seus fregueses no seu dia a dia e não apenas em alturas comemorativas para aparecer nos jornais, ou em época de eleições em que se faz tudo e mais alguma coisa, muitas vezes precipitadamente e sem qualidade, só para agradar ao eleitor menos atento, que se esquece do que não se fez durante vinte e tal anos de poder.
Sendo a Junta de Freguesia o órgão de poder mais próximo do cidadão, tem obrigação de o ajudar a resolver os seus problemas. E os problemas colocam-se não só a nível social, onde tem que haver muita sensibilidade e imparcialidade, não esquecendo nunca de que toda a gente é pessoa e tem os seus sentimentos, mesmo que por vezes os não saiba colocar. Lembro os jovens que não sendo já crianças, também ainda não têm idade para poder trabalhar mesmo que a tempo parcial ou nas férias e que não têm qualquer oferta de ocupação de tempos livres enquanto os pais estão a trabalhar. Porque não a criação de férias solidárias, que ocupam os jovens e contribuem para o bem comum, seja patrimonial ou social? E os idosos? hoje a geriatria está em franco progresso no sentido de minimizar as dificuldades que se encontram neste caminho que todos (na melhor das hipóteses) teremos que percorrer. Não basta pois fazerem-se acções de massa, mais uma vez para sair nos jornais, é necessário que haja ofertas de actividades periódicas e orientadas para que os nossos idosos possam ter uma melhor qualidade de vida.
Enfim há muito para fazer, e como estou habituada ao governo das escolas, sei bem as dificuldades económicas que se encontram, no entanto muitas vezes também aqui se aplica: Crer é poder!
Pelo povo da Freguesia, pela cidade, pelos jovens, pela esperança de dias melhores, estou aqui para servir e dar o meu melhor!
Conto Convosco!
Podem contar comigo!...

Vivam as Caldas da Rainha! Viva a Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo!




Jantar de Campanha

Mª da Conceição Couvaneiro
scouvaneiro@gmail.com

VIVER A CIDADE

Uma saudação aos que aqui se juntam a apoiar, com a sua presença, este movimento cívico: VIVER A CIDADE.
Um cumprimento especial, de muita admiração, aos que integram esta lista. Estamos aqui porque “juntos, podemos acreditar” Porque assumimos a responsabilidade moral de afirmar, publicamente, o direito ao exercício da cidadania. Temos consciência da imperiosa necessidade de sermos construtores do nosso tempo. Hoje, como outrora, sentimo-nos irmanados por uma certa inquietude que nos faz “acreditar” que, “crer é poder. Quebramos, deste modo, a acomodação e a tranquilidade da solução fácil que nos faz pensar que, “talvez não valha a pena…” “o que dirão os outros?” “quase certo que nos vão fazer guerra; eles até são mais poderosos…”, “oh, isto dá muito trabalho e implica um grande compromisso….”. “Afinal o que é que eu ganho com isto?” Os ganhos estão à prova. A cidade mexeu. Estabeleceu-se o contraditório, fez-se a afirmação da liberdade e do poder. Disse-se, livremente, que o exercício da democracia não é uma mera figura de estilo.

Caso contrário aceitaríamos seguir, arregimentados às vontades de outros, mesmo que com elas não estejamos de acordo. Mesmo que verifiquemos que aqueles em quem delegamos a representatividade, pelo voto, não estejam a defender os interesses daqueles por quem são mandatados.

O movimento VIVER A CIDADE surge numa participação democrática, empenhada:
1. Em afirmar os princípios da cidadania e da responsabilidade social;
2. Em criar novos contextos para afirmar princípios e valores genuínos;
3. A desafiar novas posturas e novos olhares sob a política e a polis;
4. A tornar próxima a acção comum e o bem da comunidade;
5. A afirmar-se alternativa de esperança contra o desencanto;
6. A servir povo e não clientelas;
7. A reunir jovens e menos jovens, de diferentes formações, e juntos, construir o futuro.

Este e outros movimentos independentes, que estão a surgir pelo País, ainda que nem todos tenham na sua génese as mesmas razões, trazem ao de cima uma nova consciência – um espaço de partilha, livremente assumido; uma visão holistica integrada num espaço e tempo comum, que nos compete por imperativo de consciência e exercício de liberdade, viver, gerir e transformar. Na realidade, algo está a mudar, ao fim destes anos de democracia, e… ainda bem.
Queremos que renasça uma nova consciência de que precisamos de nos unir e de lutar pelas verdadeiras causas. Para legar aos vindouros, uma sociedade melhor. Ter presente e assumir que todos somos poucos para lutar pelo bem comum e que este não é privilégio de alguns. É que não podemos queixar-nos de que “está tudo mau, os políticos não assumem as suas responsabilidades”, sem nos questionarmos:
E nós onde estivemos? Como classificamos a nossa ausência ou omissão? A cidade é apenas dos predestinados a exercerem o poder? Que sentido atribuímos aos nossos actos ou à falta deles?

Quero ainda afirmar as razões profundas que me levam a estar com este movimento e a esta candidatura.

1. Apoiamos esta lista porque é autêntica, séria, voluntária, audaz e inconformista;
2. Porque propõe, sem temor e sem hostilidade, lutar pela solução dos problemas dos cidadãos, numa relação de proximidade;
3. Porque surge autónoma, digna e livre e generosa;
4. Porque sabemos que não é fácil vencer as dificuldades inerentes aos processos em que se confrontam David e Golias;
5. Porque é composta por muitos jovens e menos jovens
6. Muito qualificados, de diferentes formações e diferentes sectores de actividade;
7. Porque representa o poder conjugado no feminino. A força e “o modus fazendi” das mulheres. O hemisfério cerebral direito, mais determinante, em geral, nas mulheres conjuga, harmoniosamente, a racionalidade com os afectos. E quanto os afectos fazem falta à política…!

A Teresa mãe, profissional, mulher de corpo inteiro, faz essa conjugação com mestria. Luta com determinação por aquilo em que acredita e, vence. Consegue catalisar a acção dos que seguem com ela, num assomo de cidadania, que é um verdadeiro testemunho de afirmação do que é ser actor social.
Mas não é só, afirmam-se valores ancestrais, quase em desuso:
A família surge, nesta candidatura, afirmando os valores e princípios assentes numa mística de partilha e compromisso, em que se expressa a solidariedade e a união. Este é um testemunho muito marcante numa sociedade individualista em que cada um, mesmo nas famílias, defende o seu prestígio, interesses e mediatismo. Assumiu esta candidatura a afirmação da solidariedade da cooperação, do reconhecimento dos direitos do outro, em todas as suas consequências. Parabéns Luís.

Crer é poder
Vamos provar que crer é poder.
Vejamos esse crer e poder, na pessoa destes candidatos que vão afirmar-se, estou segura:
· Pela cidadania responsável;
· Pela força da convicção;
· Pelo valor pessoal e profissional;
· Pela integridade das condutas
Nomeio para aplauso e agradecimento ….. os candidatos

Caldas da Rainha, 2 de Outubro de 2009.












No dia 2 de Outubro realizou-se o nosso jantar de campanha, apesar de à mesma hora decorrerem outros eventos da "concorrência", e considerando que este foi um jantar de uma candidatura independente, para uma Junta de Freguesia e não para a Câmara, tivemos a sala bem compostinha!...



O que importa é que tivemos uns bons momentos de convivência entre cidadãos, em que se falou de democracia verdadeira e do seu significado, que parece ter sido esquecido por muitos (ou então nunca o conheceram!).

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Histórias de campanha...

Que democracia?...
Que segurança?...
Trinta e cinco anos depois do 25 de Abril ainda há pessoas que não conseguem perceber o que é a liberdade e até onde pode ir a liberdade de cada um. Porque também o outro tem direito à sua liberdade!...
Pois é parece que este "pequeno" movimento de cidadãos está a incomodar seriamente. Só assim se explica o vandalismo selectivo de que temos vindo a ser vitimas no nosso material de campanha. è estranho que numa avenida onde há campanha de várias cores partidárias, só a do Grupo de Cidadãos Independentes "Viver a Cidade" desapareceu ou foi seriamente danificada como se vê na imagem. É chocante e inacreditável!
Mas quem deu a cara pelo movimento continuará a dá-la, e aqui está dando a cara e de corpo e alma, na defesa daquilo em que acredita e que defende!
Crer é poder!
Juntos podemos acreditar!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Reunião com a Direcção da Associação da Lagoa Parceira


Também no dia 16 de Setembro à noite, fomos muito gentilmente recebidos pela Direcção da Associação Recreativa Cultural de Lagoa Parceira, que nos puseram ao corrente dos seus problemas, dificuldades e ambições. A seguir visitámos as instalações e conversámos sobre a utilização que lhes é dada no dia a dia e em ocasiões especiais.
Lagoa Parceira é uma parte rural da nossa Freguesia que nos merece um carinho especial pela sua especificidade.

Reunião com a Administração do Centro Hospitalar!



No dia 16 de Setembro fomos muito bem recebidos pela Administração do Centro Hospitalar. Sem dúvida que reforçámos o nosso propósito de que podemos ser um elemento importante num melhor relacionamento entre a Autarquia e o Centro Hospitalar!

Afinal uma grande parte da nossa Freguesia pertence ao Hospital!

O mais emblemático património das Caldas e que os caldenses sentem como parte da sua identidade!

Um "site" que não sai!...

Não sabemos o que se passa mas não conseguimos colocar o SITE a funcionar!...
Paciência continuamos no Blog pois já perdemos muito tempo!
E o tempo é precioso hoje!
E já há muito que não fazemos o nosso relato de campanha!

Setembro 9th, 2009- Jornal das Caldas

Movimento Viver a Cidade quer mudar Nossa Senhora do Pópulo
Setembro 9th, 2009 · 1 Comment
Teresa Serrenho, candidata independente à Junta de Nossa Senhora do Pópulo, quer vencer a freguesia e para isso pretende fazer uma campanha ligada à proximidade com a população e com as instituições ligadas à sua freguesia.A candidata apresentou há dias o seu manifesto eleitoral e algumas das caras que compõem a lista que vai às urnas em Outubro.Ciente de que os partidos podem “esmagar” a campanha eleitoral pelo seu poderio financeiro, Teresa Serrenho aposta em “trunfos” como “não ser política, ser frontal, mostrar preocupação com as pessoas e a apresentação de um programa viável para vencer a Junta”.Apostando na boa vontade das pessoas, o Movimento Viver a Cidade não revelou o seu orçamento, uma vez que apenas tem contributos de cada um dos elementos que compõem a sua lista e alguns particulares.“Os outdoors eram caros e por isso optámos por ter um móvel (veículo). Temos de fazer propaganda, mas contida porque não temos orçamento. Vamos comprando e vamos fazendo as coisas com materiais recicláveis. Não podemos concorrer contra as máquinas partidárias e por isso apostamos na campanha boca a boca”, explicou.A cabeça de lista negou ter recusado um eventual convite do PSD para ser número dois da lista de Vasco Oliveira. “Não fomos convidados para nenhum partido. Estamos aqui, porque acreditamos num projecto. Aqui o nosso partido é a freguesia de Nossa Senhora do Pópulo e mais nada. O que nos uniu são os desencantos que temos com os políticos neste momento”, adiantou.Teresa Serrenho mostrou-se preocupada com o encerramento do Hospital Termal e relaciona esse problema com a forma da cidade promover a infra-estrutura.“Actualmente qualquer pessoa que visite as Caldas e que queira saber onde é o Hospital Termal não vê uma placa que dê essa indicação”, apontou.“As Termas deixaram de ser importantes para a cidade e isso é muito grave”, referiu.A líder do Movimento Viver a Cidade quer ainda que seja criada melhor iluminação na cidade para aumentar a segurança.De todos os projectos apresentados e que podem ser consultados em www.viveracidade.com, Teresa Serrenho refere que pretende reanimar a cidade.“Parece filosófico, mas pretendemos movimentar a cidade que parece estar adormecida. Queremos as pessoas a mexerem-se. Quero derrotar o actual presidente da Junta com a minha perspectiva e o meu crédito perante as pessoas daquilo que já fiz na vida. Sou capaz de fazer diferente na cidade”, manifestou.A candidata independente referiu ainda que irá negociar as transferências para a Junta de Freguesia com o presidente da Câmara de uma forma persistente.Teresa Serrenho é responsável por um agrupamento de escolas em Torres Vedras, pelo que se não vencer a Junta não pode acumular funções e terá de ser representada no caso de vir a ser eleita para outro lugar na Assembleia de Freguesia.O Movimento Viver a Cidade tem um jantar comício no dia 2 de Outubro, mas até lá terá campanhas de rua todos os sábados de manhã.Fazem ainda parte do Movimento Viver a Cidade Júlia Branco, Luís Elias, Paula Miguel, Filomena Alves, Delfim Palmeirão, Margarida Serrenho, Ana Sofia, Jorge Reis, Tiago Serrenho, Filipa Palmeirão, Filipe Carvalho, Sónia Susano, Helena Carvalho, Judite Serrenho, Luís Serrenho, entre outros.
Carlos Barroso
Tags: Política

domingo, 6 de setembro de 2009

Conferência de Imprensa- Gazeta das Caldas

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Entrevista na Rádio 94.8FM

No dia 1 de Setembro (terça-feira), fui convidada pelo jornalista Francisco Gomes para uma entrevista, em directo, entre as 19h e as 20h (programa Oeste Magazine), na rádio 94.8 FM, com estúdios nas Caldas da Rainha.
A entrevista correu bem, pensava colocá-la aqui como hiper-ligação, mas não está na página da Oeste Online...

Programa




Grupo de Cidadãos “Viver a Cidade” Candidatos à Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo

Programa

- Instalações da Junta de Freguesia:

Fazer um horário continuo e adequado aos interesses dos cidadãos;
Dinamizar o site da Junta de Freguesia para apoio ao cidadão;

- Acção Social:

Criar na Junta de Freguesia uma bolsa de voluntários para apoio aos idosos isolados;
Criar uma plataforma para captar bens alimentares e outros, procedendo à sua distribuição pela população carenciada.
Criar um banco de bens doados, nomeadamente vestuário, electrodomésticos, mobiliário e artigos de bebé;
Defender um relacionamento de parceria e colaboração com todas as Instituições de solidariedade social da Freguesia;
Proporcionar passeios à terceira idade, dando a conhecer vários locais do nosso País.
Criar um gabinete de apoio ao cidadão, com necessidades de ajuda, no preenchimento ou leitura de documentos;
Promover o apoio jurídico e psicológico aos mais carenciados;
Promover acções lúdicas e intercâmbios entre idosos;

- Ambiente e Urbanismo:

Promover uma melhor manutenção dos espaços públicos, desportivos e verdes que foram da iniciativa da Junta de Freguesia mas que se degradam por falta de manutenção;
Melhorar a recolha selectiva de resíduos, nomeadamente dos óleos alimentares e de pilhas;
Promover a distribuição de eco pontos e dinamizar a sua utilização;
Promover a melhoria do espaço da feira semanal, bem como a sua manutenção;
Defender uma melhor manutenção e limpeza dos espaços verdes e das ruas da Freguesia;
Defender uma maior higienização e limpeza dos contentores de lixo e espaços envolventes;
Promover diligências no sentido de proporcionar uma melhor iluminação pública em todas as ruas e artérias da Freguesia, de forma a garantir uma maior segurança dos cidadãos;
Defender a recuperação do tabuleiro da Praça da Republica, com estacionamento subterrâneo;
Defender a preservação das fachadas emblemáticas de prédios degradados no centro da cidade;
Defender a melhoria das entradas da cidade com alargamento das vias rodoviárias e pedonais, nomeadamente a entrada norte com ligação à Freguesia de Tornada e a entrada sul em S. Cristóvão.

- Educação:

Promover programas de ocupação de tempos livres para crianças e jovens, nomeadamente nas férias escolares;
Defender uma melhor qualidade no serviço de Apoio à Família na Educação Pré-escolar;
Colaborar activamente com iniciativas culturais e lúdicas nas Actividades de Enriquecimento Curricular no ensino básico;
Promover acções de formação na óptica do utilizador de cursos de informática, de economia doméstica e de culinária;
Promover acções temáticas com as crianças das escolas da Freguesia;
Defender um relacionamento de parceria e colaboração com todas as Instituições de Educação e Ensino sitas na Freguesia (em todos os graus de ensino);

- Cultura:

Promover o acesso gratuito à Internet em locais públicos;
Promover acções promocionais das tradições caldenses;
Promover concursos e exposições para as várias faixas etárias e sobre temas diversos;
Promover pequenos concertos de “artistas da nossa terra” em espaços nobres da cidade;
Defender um relacionamento de parceria e colaboração com todas as Instituições de Cultura da Freguesia;

- Desporto:

Promover reuniões periódicas com as instituições desportivas da Freguesia para levantamento de necessidades e para considerar possíveis organizações conjuntas ou em parceria;
Promover provas ou torneios das diversas modalidades praticadas na Freguesia em organizações conjuntas ou parcerias com os clubes da Freguesia e de outras;
Defender a implementação de um programa de actividade física regular direccionado às famílias;
Promover actividades físicas e lúdicas para seniores através da dança;

- Mobilidade e Transportes:

Defender a instalação de uma central rodoviária condigna, fora do centro da cidade e devidamente servida pela rede do TOMA;
Promover a criação de parques de estacionamento de bicicletas;
Solicitar mais e melhores acessos para pessoas com mobilidade condicionada;
Defender um maior cuidado com a manutenção dos passeios, ruas e rede viária da Freguesia;

- Actividades Económicas:

Defender o desenvolvimento e a revitalização dos sectores económicos, (comércio, indústria e turismo), promovendo dinâmicas e parcerias no sentido de fomentar a criação de novas iniciativas e de melhorar as existentes;
Defender uma melhor sinalização informativa dentro da cidade, de forma a promover o Turismo e a Cultura;
Defender a calendarização concertada de eventos no Concelho de forma a optimizar uma maior participação dos cidadãos;

- Saúde:

Promover campanhas de sensibilização para a manutenção de uma vida saudável e para uma melhor e mais adequada nutrição;
Promover acções regulares de marcha num programa de incentivo à mobilidade sobretudo nos mais velhos;
Promover a mobilidade através da música em sessões de dança colectiva orientada;
Dinamizar junto da população da freguesia a utilização da bicicleta;
Criar parques de estimulação motora;
Colaborar com acções de promoção de Educação para a Saúde e promover diversos rastreios.
Estabelecer um melhor relacionamento com o Hospital termal de forma a unir esforços para uma dignificação das termas mais antigas do país;

Juntos podemos acreditar!...

- Acreditar que vale a pena arregaçar as mangas e fazermos com as nossas mãos as mudanças que queremos ver neste pequeno mundo que nos rodeia!
- Acreditar que ainda há em todos e em cada um de nós uma réstia de esperança, de optimismo e de sonho! (e é o sonho que comanda a vida!)
- Acreditar que podem vir dias melhores para a nossa cidade, se todos contribuirmos para a sua mudança.
- Acreditar que chegou a hora de deixarmos de ser espectadores daquilo que estão a fazer do nosso país e sobretudo da nossa terra.
- Caldas da Rainha merece mais, temos orgulho na nossa cidade e na nossa freguesia Nossa Senhora do Pópulo, por elas é preciso actuar, é preciso votar no grupo de cidadãos Viver a Cidade.

Crer é Poder!
Juntos podemos acreditar!...

Transição de endereço

Temos estado a fazer a transição deste blog para o endereço www.viveracidade.com para que este tenha acesso mais fácil e a verdadeira imagem do Grupo de Cidadão Viver a Cidade. Demora um bocadinho... Pedimos desculpa por não estarmos sempre acessíveis!... Mas depois vai ficar muito melhor!...
Quem chegou primeiro teve direito a fotografia!.....
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Simbolismo


Mais um acto simbólico... O nosso amigo José Páscoa ofereceu simbolicamente à candidata Teresa Serrenho uma antiga medalha da Nossa Senhora do Pópulo.
Para ele o nosso obrigada.
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No dia da Conferência de imprensa, os candidatos que encabeçam a lista, com o Mandatário.
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A nossa sede

Posted by PicasaA nossa sede ficou concluida e já tem conforto para se receber seja quem for!... Os primeiros foram os Senhores jornalistas, e claro que se seguirão os amigos e apoiantes do "Viver a Cidade". Nós também trabalharemos melhor agora que temos a "casa arrumada"... e bonita!...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Conferência de Imprensa

Hoje dia 28 de Agosto pelas 16h e 30m irá realizar-se uma conferência de imprensa na nossa sede, que fica bem ao lado da Câmara Municipal (do lado esquerdo) e vê-se bem ao longe!...
Vamos apresentar o nosso programa e alguns dos elementos da lista que podem estar presentes.
É mais um passo importante.
Crer é poder!
Juntos podemos acreditar!...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

"Outdoor" móvel....

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"Outdoor" móvel....

"Quem não tem cão caça com gato..."

Como o grupo de cidadãos Viver a Cidade não é apoiado por qualquer partido político, claro que não há apoios financeiros para uma campanha cara, por isso temos que nos limitar a uma campanha dentro das nossas possibilidades, no entanto condigna e muito séria. Contamos para isso com o apoio dos amigos e das pessoas que partilham dos nossos ideais e que felizmente são cada vez mais.
Por isso arranjámos um placar móvel que irá levar a imagem do nosso projecto aos vários pontos da nossa Freguesia.
Este é o primeiro passo. É na verdadeira acepção da palavra, dar a cara por aquilo em que acredito.
Maria Teresa Serrenho
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