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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Gazeta 16-10-2009

Já chegaram tarde, por pouco já não apanhavam ninguém na sede, que pouco antes estava cheia e não só de pessoas, mas também de força e de projectos para o futuro!... Porque continuamos a acreditar!...


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Imprensa no rescaldo das eleições

Só um apartezinho... O reporter que afirma ter tirado fotografias a todos os candidatos, (o que confirmo), deve ter confundido alguém ou então tinha-se esquecido do rolo quando tirou as nossas!... Pois nenhuma imagem do Grupo de Cidadão aparece em toda a análise eleitoral, e, afinal não somos assim tão insignificantes. Elegemos dois elementos para a Assembleia de Freguesia!...

Agradecimento


Agradecimento do Grupo de Cidadãos “Viver a Cidade”


Pois é os eleitores escolheram, votaram e decidiram.
Infelizmente a maioria decidiu continuar a ser “espectador” e a contribuir para que “ganhe” de novo esse grande “partido” que é a abstenção! Muitos optam por não votar pensando que não têm nada a ver consigo, “essa coisa da política”, no entanto todos seremos afectados com essa escolha pois permite que apenas uma minoria decida a vida de todos!
Mas estou aqui sobretudo para agradecer aos que votaram em nós, aos que votaram no Grupo de Cidadãos Independentes “Viver a Cidade”! Obrigada por terem acreditado, obrigada por terem confiado, obrigada pelas manifestações de carinho, pela força, entusiasmo e esperança.
Obrigada também aos que acreditaram em mim, tanto aos que me “empurraram” um pouco para esta aventura, como aqueles que comigo partilharam esta jornada, (curta é certo), mas intensa. Em dois meses construímos um movimento cívico que conseguiu ficar em terceiro lugar e nomear dois representantes para a Assembleia de Freguesia.
Demos uma lição de democracia e de cidadania e sobretudo demos efectivamente VIDA à nossa cidade. Vamos continuar, vamos dar voz aos que em nós confiaram. Continuamos a acreditar!...
Obrigada a todos.
Teresa Serrenho
(12-10-2009)

Mensagem final para os elementos da lista (09-10-2009)


"Se partires um dia rumo a Ítaca

Faz votos de que o caminho seja longo

repleto de aventuras, repleto de saber.

Nem lestrigões, nem ciclopes,nem o colérico Posídon te intimidem!

No teu caminho jamais os encontrarás

Se altivo for teu pensamento

Se subtil emoção o teu corpo e o teu espírito tocar

Nem lestrigões, nem ciclopes

Nem o bravio Posídon hás-de ver

Se tu mesmo não os levares dentro da alma

Se tua alma não os puser dentro de ti.
Faz votos de que o caminho seja longo.

Numerosas serão as manhãs de verão

Nas quais com que prazer, com que alegria

Tu hás-de entrar pela primeira vez um porto

Para correr as lojas dos feníciose belas mercancias adquirir.

Madrepérolas, corais, âmbares, ébanos

E perfumes sensuais de toda espécie

Quanto houver de aromas deleitosos.

A muitas cidades do Egipto peregrinas

Para aprender, para aprender dos doutos.

Tem todo o tempo Ítaca na mente.

Estás predestinado a ali chegar.

Mas, não apresses a viagem nunca.

Melhor será muitos anos levares de jornada

E fundeares na ilha velho enfim.

Rico de quanto ganhaste no caminho

Sem esperar riquezas que Ítaca te desse.

Uma bela viagem deu-te Ítaca.

Sem ela não te punhas a caminho.

Mais do que isso não lhe cumpre dar-te.

Ítaca não te iludiu.Se a achas pobre.

Tu te tornaste sábio, um homem de experiência.

E, agora, sabes o que significam Ítacas.


Konstandinos Kavafis (1863-1933) "


Estamos quase a chegar à nossa Ítaca…
Mas antes mesmo de chegarmos, mesmo antes de sabermos como vai ser… quero agradecer.
Quero agradecer a confiança, o espírito de equipa, o altruísmo, o entusiasmo, o espírito vencedor, a alegria e a postura de todos e de cada um!...
Demos com certeza uma lição de democracia e de civismo à nossa cidade, havemos de ter oportunidade de lhe dar muito mais!...
Quero também dizer-vos que adorei trabalhar convosco, e agradecer o vosso tempo, o vosso esforço e sobretudo, mais uma vez, a confiança que depositaram no meu projecto que passou a ser nosso!
Este será um marco positivo na minha vida, espero que também o seja na vossa!
Um abraço amigo
Teresa Serrenho
(09-10-09)

domingo, 11 de outubro de 2009

Reflexão final...

A campanha chegou ao fim!...
Um grupo de conhecidos passou a ser uma equipa! Demos uma lição de Democracia e de civismo, só por isso valeu a pena!...
Hoje só esperamos que não fiquem em casa, e que todos sintam em si a responsabilidade da escolha que fizerem para a sua terra.
Continuamos a pensar que "CRER É PODER!..."
Que vençam a Democracia e as Caldas da Rainha!

gazeta das Caldas de 09-10-09











segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Lanche na Associação da Lagoa Parceira




Depois de mais uma acção de rua, no domingo fomos lanchar à Associação da Lagoa Parceira. Ficámos deliciados, pão quentinho com chouriço, filhoses, café da avó e ainda por cima muito barato. Ficámos "fregueses"!...

Coisas que acontecem! Hups!...


Hups!... Alguém se esqueceu de por gasolina no carro!... E foi uma carga de trabalhos,desferrou e tudo!... Mas tudo acabou em bem!...

Campanha de rua -almoço de parte do grupo

Depois da agitada manhã de sábado (de campanha na Rua das montras e centro da cidade), fomos todos almoçar e recuperar forças para um belo passeio no parque.


domingo, 4 de outubro de 2009

Campanha de rua


Ontem sábado de manhã fomos par a rua fazer campanha. Ao som apelativo da nossa música de campanha, de muita alegria, simpatia e de "beijinhos", (mas dos das Caldas porque dos outros temos que ser moderados por causa da gripe!...).

Foi muito bom o contacto com a população e também o contacto com os outros concorrentes, com um democrático convivio e respeito mútuo.

Ainda no Jantar de campanha

Discurso Jantar da Candidata Teresa Serrenho
02-10-2009


Boa noite a todos.
Em primeiro lugar quero agradecer a vossa presença nesta noite tão importante para mim.
Já falei muitas vezes em público, em circunstâncias complicadas, no entanto hoje é um dia especial!...
Especial porque sinto em mim a responsabilidade da onda de esperança que se gerou à volta do nosso projecto!
Especial porque dei a cara por um projecto em que acredito e pelo qual darei toda a minha alegria, a minha força e também porque não? A minha Fé! Sim a minha fé não no sentido religioso, mas sim no sentido de crer, de acreditar!...
Durante estes dias de pré campanha algumas pessoas pensavam que o nosso slogan “Crer é Poder” estava mal escrito. Mas não. Este crer é efectivamente de acreditar, nem poderia ser outro.
Comecei por vos apresentar uma história, (não fosse eu professora), Não pretendi com essa história proceder a um auto-elogio, mas sim dar a conhecer um pouco mais da pessoa que sou e dos motivos porque ousei lançar este projecto ambicioso.
Ambicioso, não porque eu ambicione promoção, ou mais valias com ele. Sou Directora do Agrupamento de Escolas de Campelos, que dirijo há 7 anos, cargo que me permite usufruir de maior rendimento do que aquele a que agora me candidato. No entanto, e embora algumas pessoas tenham dificuldade em compreender, o dinheiro não é tudo na vida, e para mim, que sou uma mulher de projectos e de acção, um cidadão deve ser mais do que apenas critico, deve ser interventivo, quando considera que pode fazer algo mais pelo bem comum e neste caso pela sua terra. Para mim este desafio é bem mais do que uma aventura, é uma missão!
A Junta de Freguesia de Nossa Senhor do Pópulo fica situada mesmo no coração da cidade, foi aqui que nasceram as Caldas e é aqui que se encontram as suas termas e as suas memórias. Sendo pois esta freguesia governada por dois senhores (o hospital e a Câmara Municipal), tantas vezes de costas voltadas, defendendo posições opostas não porque sejam o melhor para a cidade, mas só porque não podem estar de acordo publicamente! É pois urgente que alguém consiga mediar entre aqueles poderes, para bem das Caldas da Rainha e do seu património. Tem que haver uma plataforma de entendimento, não se pode esperar que os pavilhões do parque caiam para depois mais uma vez se apontarem responsabilidades diluídas entre as instituições que têm poder para fazer alguma coisa por eles. Não podemos estar mais não sei quantos anos a discutir se vai ser feito isto ou aquilo, ou corremos o risco de passarem a discutir como preservar umas ruínas! É preciso actuar, deixar para trás crelas partidárias ou de poderes e pensar efectivamente na urgência de uma intervenção séria e definitiva naquele que é o rosto da cidade das Caldas da Rainha.
È preciso que se olhe à volta e se veja! Com olhos de ver! Que se veja a sujidade, a falta de iluminação e vigilância, os pormenores que aparentemente não têm importância, mas que muitas vezes põem em perigo a segurança dos cidadãos. É preciso olhar para aqueles canteiros que em vez de flores têm pó e lixo. A beleza urbana também faz parte do bem-estar dos cidadãos. E o pronto arranjo de pequenas coisas pode evitar que se tornem em grandes problemas.
Defendo pois uma Junta mais activa e interventiva, que olhe para os seus fregueses no seu dia a dia e não apenas em alturas comemorativas para aparecer nos jornais, ou em época de eleições em que se faz tudo e mais alguma coisa, muitas vezes precipitadamente e sem qualidade, só para agradar ao eleitor menos atento, que se esquece do que não se fez durante vinte e tal anos de poder.
Sendo a Junta de Freguesia o órgão de poder mais próximo do cidadão, tem obrigação de o ajudar a resolver os seus problemas. E os problemas colocam-se não só a nível social, onde tem que haver muita sensibilidade e imparcialidade, não esquecendo nunca de que toda a gente é pessoa e tem os seus sentimentos, mesmo que por vezes os não saiba colocar. Lembro os jovens que não sendo já crianças, também ainda não têm idade para poder trabalhar mesmo que a tempo parcial ou nas férias e que não têm qualquer oferta de ocupação de tempos livres enquanto os pais estão a trabalhar. Porque não a criação de férias solidárias, que ocupam os jovens e contribuem para o bem comum, seja patrimonial ou social? E os idosos? hoje a geriatria está em franco progresso no sentido de minimizar as dificuldades que se encontram neste caminho que todos (na melhor das hipóteses) teremos que percorrer. Não basta pois fazerem-se acções de massa, mais uma vez para sair nos jornais, é necessário que haja ofertas de actividades periódicas e orientadas para que os nossos idosos possam ter uma melhor qualidade de vida.
Enfim há muito para fazer, e como estou habituada ao governo das escolas, sei bem as dificuldades económicas que se encontram, no entanto muitas vezes também aqui se aplica: Crer é poder!
Pelo povo da Freguesia, pela cidade, pelos jovens, pela esperança de dias melhores, estou aqui para servir e dar o meu melhor!
Conto Convosco!
Podem contar comigo!...

Vivam as Caldas da Rainha! Viva a Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo!




Jantar de Campanha

Mª da Conceição Couvaneiro
scouvaneiro@gmail.com

VIVER A CIDADE

Uma saudação aos que aqui se juntam a apoiar, com a sua presença, este movimento cívico: VIVER A CIDADE.
Um cumprimento especial, de muita admiração, aos que integram esta lista. Estamos aqui porque “juntos, podemos acreditar” Porque assumimos a responsabilidade moral de afirmar, publicamente, o direito ao exercício da cidadania. Temos consciência da imperiosa necessidade de sermos construtores do nosso tempo. Hoje, como outrora, sentimo-nos irmanados por uma certa inquietude que nos faz “acreditar” que, “crer é poder. Quebramos, deste modo, a acomodação e a tranquilidade da solução fácil que nos faz pensar que, “talvez não valha a pena…” “o que dirão os outros?” “quase certo que nos vão fazer guerra; eles até são mais poderosos…”, “oh, isto dá muito trabalho e implica um grande compromisso….”. “Afinal o que é que eu ganho com isto?” Os ganhos estão à prova. A cidade mexeu. Estabeleceu-se o contraditório, fez-se a afirmação da liberdade e do poder. Disse-se, livremente, que o exercício da democracia não é uma mera figura de estilo.

Caso contrário aceitaríamos seguir, arregimentados às vontades de outros, mesmo que com elas não estejamos de acordo. Mesmo que verifiquemos que aqueles em quem delegamos a representatividade, pelo voto, não estejam a defender os interesses daqueles por quem são mandatados.

O movimento VIVER A CIDADE surge numa participação democrática, empenhada:
1. Em afirmar os princípios da cidadania e da responsabilidade social;
2. Em criar novos contextos para afirmar princípios e valores genuínos;
3. A desafiar novas posturas e novos olhares sob a política e a polis;
4. A tornar próxima a acção comum e o bem da comunidade;
5. A afirmar-se alternativa de esperança contra o desencanto;
6. A servir povo e não clientelas;
7. A reunir jovens e menos jovens, de diferentes formações, e juntos, construir o futuro.

Este e outros movimentos independentes, que estão a surgir pelo País, ainda que nem todos tenham na sua génese as mesmas razões, trazem ao de cima uma nova consciência – um espaço de partilha, livremente assumido; uma visão holistica integrada num espaço e tempo comum, que nos compete por imperativo de consciência e exercício de liberdade, viver, gerir e transformar. Na realidade, algo está a mudar, ao fim destes anos de democracia, e… ainda bem.
Queremos que renasça uma nova consciência de que precisamos de nos unir e de lutar pelas verdadeiras causas. Para legar aos vindouros, uma sociedade melhor. Ter presente e assumir que todos somos poucos para lutar pelo bem comum e que este não é privilégio de alguns. É que não podemos queixar-nos de que “está tudo mau, os políticos não assumem as suas responsabilidades”, sem nos questionarmos:
E nós onde estivemos? Como classificamos a nossa ausência ou omissão? A cidade é apenas dos predestinados a exercerem o poder? Que sentido atribuímos aos nossos actos ou à falta deles?

Quero ainda afirmar as razões profundas que me levam a estar com este movimento e a esta candidatura.

1. Apoiamos esta lista porque é autêntica, séria, voluntária, audaz e inconformista;
2. Porque propõe, sem temor e sem hostilidade, lutar pela solução dos problemas dos cidadãos, numa relação de proximidade;
3. Porque surge autónoma, digna e livre e generosa;
4. Porque sabemos que não é fácil vencer as dificuldades inerentes aos processos em que se confrontam David e Golias;
5. Porque é composta por muitos jovens e menos jovens
6. Muito qualificados, de diferentes formações e diferentes sectores de actividade;
7. Porque representa o poder conjugado no feminino. A força e “o modus fazendi” das mulheres. O hemisfério cerebral direito, mais determinante, em geral, nas mulheres conjuga, harmoniosamente, a racionalidade com os afectos. E quanto os afectos fazem falta à política…!

A Teresa mãe, profissional, mulher de corpo inteiro, faz essa conjugação com mestria. Luta com determinação por aquilo em que acredita e, vence. Consegue catalisar a acção dos que seguem com ela, num assomo de cidadania, que é um verdadeiro testemunho de afirmação do que é ser actor social.
Mas não é só, afirmam-se valores ancestrais, quase em desuso:
A família surge, nesta candidatura, afirmando os valores e princípios assentes numa mística de partilha e compromisso, em que se expressa a solidariedade e a união. Este é um testemunho muito marcante numa sociedade individualista em que cada um, mesmo nas famílias, defende o seu prestígio, interesses e mediatismo. Assumiu esta candidatura a afirmação da solidariedade da cooperação, do reconhecimento dos direitos do outro, em todas as suas consequências. Parabéns Luís.

Crer é poder
Vamos provar que crer é poder.
Vejamos esse crer e poder, na pessoa destes candidatos que vão afirmar-se, estou segura:
· Pela cidadania responsável;
· Pela força da convicção;
· Pelo valor pessoal e profissional;
· Pela integridade das condutas
Nomeio para aplauso e agradecimento ….. os candidatos

Caldas da Rainha, 2 de Outubro de 2009.












No dia 2 de Outubro realizou-se o nosso jantar de campanha, apesar de à mesma hora decorrerem outros eventos da "concorrência", e considerando que este foi um jantar de uma candidatura independente, para uma Junta de Freguesia e não para a Câmara, tivemos a sala bem compostinha!...



O que importa é que tivemos uns bons momentos de convivência entre cidadãos, em que se falou de democracia verdadeira e do seu significado, que parece ter sido esquecido por muitos (ou então nunca o conheceram!).

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Histórias de campanha...

Que democracia?...
Que segurança?...
Trinta e cinco anos depois do 25 de Abril ainda há pessoas que não conseguem perceber o que é a liberdade e até onde pode ir a liberdade de cada um. Porque também o outro tem direito à sua liberdade!...
Pois é parece que este "pequeno" movimento de cidadãos está a incomodar seriamente. Só assim se explica o vandalismo selectivo de que temos vindo a ser vitimas no nosso material de campanha. è estranho que numa avenida onde há campanha de várias cores partidárias, só a do Grupo de Cidadãos Independentes "Viver a Cidade" desapareceu ou foi seriamente danificada como se vê na imagem. É chocante e inacreditável!
Mas quem deu a cara pelo movimento continuará a dá-la, e aqui está dando a cara e de corpo e alma, na defesa daquilo em que acredita e que defende!
Crer é poder!
Juntos podemos acreditar!