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terça-feira, 20 de novembro de 2012

No terceiro aniversário do "21 às 21", o MVC-Movimento Viver o Concelho convida-o a participar de uma forma mais activa. Para além de fazermos uma resenha deste três anos de actividade, faremos a apresentação do livro "Poesia do Rep- Cartas de Revolta" de MK Shawty (uma jovem caldense) e teremos por fim a oportunidade de ouvir, aqueles que quiserem inscrever-se. Mais do que a assistir, gostaríamos de convidá-lo a participar activamente. Esperamos por si!...

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Encontro "21 às 21" de Outubro com Manuel Freire

O Movimento Viver o Concelho retomou os seus encontros mensais e, com a colaboração do Eng.º Agrónomo Marco Jerónimo, realizou no dia 21 de setembro mais uma conferência, desta feita, subordinada ao tema “Agricultura de Pequena Escala – mais sustentável, nutritiva e melhor para a saúde”. A sessão teve lugar na sede da Junta de Freguesia de Nossa Sª do Pópulo e provou, mais uma vez, que o tema “agricultura sustentável” continua a revelar-se de grande interesse para os cidadãos, conforme se pôde constatar pelo número de participantes. A palestra teve início com uma breve retrospetiva histórica do desenvolvimento da agricultura nos países mais desenvolvidos, desde a década de 50 do século passado até aos dias de hoje. Pretendeu-se explicar qual a diferença entre agricultura de larga escala intensiva, que tal como o nome indica, faz uso intensivo dos meios de produção (pesticidas e fertilizantes) e de combustíveis fósseis com predomínio da monocultura, e agricultura de pequena escala que geralmente adere aos princípios de um modo de produção mais sustentável e de maior biodiversidade. Debateu-se a problemática do excessivo uso dos pesticidas sintéticos e fertilizantes “do campo até ao nosso prato”, e quais as consequências que podem ter ao nível da degradação ambiental, social e na nossa saúde. Deu-se a conhecer aos presentes os principais Modos de Produção Agrícola existentes na União Europeia e em Portugal e quais as vantagens de uns em relação aos outros. Neste contexto, o técnico apelou a um consumo consciente e exigente, responsável e criterioso, por parte dos presentes, como resposta à cada vez maior preocupação com um desenvolvimento humano mais sustentável, que não comprometa a nossa qualidade de vida, a das futuras gerações e preservação do nosso planeta.
Com uma grande participação e uma verdadeira "aula" transmitida com entusiasmo e convicção sobre a Agricultura de Pequena Escala – - Mais Sustentável; - Mais Nutritiva; - Melhor para a saúde.” Durou até bem tarde este encontro, todos aprendemos muito e ficámos com certeza consumidores mais conscientes e responsáveis.
No "21 às 21 de Agosto 21 resolvemos fazer "férias" em Agosto!...
Joaquim Rocha Afonso, foi o orador do encontro "21 às 21" de Julho. Um tema bem atual "Cidadania e Sustentabilidade - a componente Ambiental".

"21 às 21" - Interrupção

Por coincidir com o jogo de Portugal não houve "21 às 21" em Junho...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

"21 às 21" de Maio

No "21 às 21" de Maio o nosso convidado foi Luís Osório e falou-se de Jornalismo, de politica e de Valores "O Jornalismo e a Política, uma crise de valores", foi uma noite de debate bem interessante. Desta vez tivemos connosco também a TV Caldas.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O último "21 às 21" realizou-se no passado sábado 21 de Abril, na sala de sessões da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo em Caldas da Rainha, onde contámos com a colaboração da Mestre Rosa Neves e da Professora Doutora Maria da Conceição Couvaneiro, que nos falaram da "Vida Activa e o Porquê da Reforma Antecipada". O tema motivou uma grande intervenção dos participantes e foi sobretudo salientado o facto de neste ano Internacional do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade Intergeracional, e da perspectiva de envelhecimento positivo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

No dia 21 de Março o tema do "21 às 21" foi "Do Eu Solitário ao Nós Solidário", com o Frei Fernando Ventura, para além de uma boa participação, os nossos convidados levaram a contribuição de leite e papas lácteas para uma campanha que o Frei Fernando Ventura está a realizar para fazer um Banco de Leite em São Tomé e Príncipe. Foi uma noite inesquecível, deu-nos um abanão nos preconceitos e ideias feitas. Valeu a pena.
Em Fevereiro tivemos no nosso encontro mensal "21 às 21" o Doutor Paulo Teixeira de Morais, o tema muito oportuno e actual foi "Corrupção o Cancro da Democracia", realizado na Biblioteca Municipal, tivemos uma boa assistência e o debate foi muito interessante e participado.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Abraço ao Hospital - 24 de Fevereiro de 2012

No dia 24 de Fevereiro realizou-se um abraço simbólico, ou melhor dois abraços, um a cada hospital. Estiveram presentes cerca de 3000 cidadãos Caldenses preocupados com o futuro dos nossos Hospitais. O MVC esteve presente através de um grupo de associados e simpatizantes.




Comunicação na Assembleia Municipal sobre a manutenção das valências do Hospital

Assembleia Municipal de Caldas da Rainha dia 21 de Fevereiro às 21h, não houve "21 às 21" por ser dia de Carnaval, mas houve assembleia Municipal Extraordinária e o MVC fez-se representar através da sua Presidente com a seguinte intervenção:

INTERVENÇÃO DO MOVIMENTO VIVER 0 CONCELHO (MVC)
Boa noite, meus senhores e minhas senhoras, permitam-me que dispense as formalidades. Afinal todos estamos aqui, como caldenses e é como caldense que vos quero falar.
Começo por lembrar como esta cidade era importante no início dos anos setenta… Estive a estudar em Leiria e nessa altura Caldas da Rainha parecia mais a capital de distrito do que aquela cidade.
Caldas era uma cidade cosmopolita, desenvolvida comercial, industrial e culturalmente. Havia mesmo quem disse-se que o seu “azar”, era estar tão perto de Lisboa, ou poderia passar a ser a capital de distrito.
É certo que os tempos mudaram, no entanto não posso deixar de acentuar o enorme retrocesso na relevância da nossa cidade no país. Basta vermos a falta de indicação da nossa cidade nas placas das auto-estradas, e vermos por outro lado, ainda hoje, placas bem antigas a indicar Caldas da Rainha, nalgumas localidades limítrofes de Lisboa.
Como cidade termal, tendo as mais antigas termas da Europa, não aproveitámos minimamente o novo incremento, que têm tido as termas pelo país fora, onde pequenas terrinhas se têm desenvolvido, baseadas nessa temática. Até as feiras onde fomos pioneiros e que tantos forasteiros traziam à cidade, acabaram por definhar, enquanto outras que se fizeram depois, e recolhida a nossa experiência, são hoje fonte de desenvolvimento das suas terras.
Com este preâmbulo quero chegar ao grande problema da nossa cidade: ser governada por dois “senhores”, de um lado o poder autárquico, e, por outro, o poder do Hospital, proprietário dos ex-líbris da cidade. As consequências deste poder bipartido, estão à vista de todos!
Caldas da Rainha nasceu sobre uma fonte de vida, a sua origem deve-se mesmo a esse desígnio, pela sua localização continua a poder ser um centro prestador de serviços de saúde e promoção de uma melhor qualidade de vida para as populações vizinhas. É sempre agradável ouvir, ainda hoje, muitas mães de concelhos vizinhos, manifestarem um carinho especial pelas Caldas, pois os seus filhos nasceram no nosso hospital.
Não pode pois o poder, dividir o “espólio” das valências hospitalares, como quem distribui cartas num jogo de sueca, onde os ases e as biscas ficam nas mãos dos “jogadores” mais poderosos, ficando mais uma vez as Caldas apenas com os duques, continuando também a perder neste sector, a importância e protagonismo de outros tempos.
Ainda há pouco tempo, os partidos candidatos às eleições legislativas, defendiam a construção de um novo hospital, todos opinavam sobre a construção do hospital oeste norte, sempre com a preocupação de agradar o mais possível ao seu eleitor.
Com a crise existente, vivemos momentos de grande dificuldade, houve muitos erros, muito má gestão, muita falta de planeamento e de competência, mas não se podem corrigir erros com outros erros, e muito menos colocar aspectos económicos e financeiros, acima da saúde e da vida dos cidadãos.
A nossa democracia precisa de uma nova ordem em que as populações, maiores vítimas da crise, têm de estar entre as preocupações principais.
Os partidos, fundamentais em democracia, continuam a mostrar-se manietados por interesses e jogos de poder, não debatem ideias, não reflectem, não tomam decisões ouvindo as bases, ouvindo os cidadãos que pretendem representar, ou melhor de quem pretendem apenas o voto. Enquanto cidadãos independentes, como MVC – Associação Movimento Viver o Concelho – temos que expressar a nossa desconfiança, face à procura de protagonismos ou à troca de acusações entre partidos, que parecem mais preocupados com o aproveitamento que podem tirar desta situação, do que propriamente com a defesa do bem comum e o interesse dos cidadãos.
As decisões estão cada vez mais prisioneiras de cúpulas, de interesses, muitas vezes com propósitos diferentes dos seus padrões ideológicos, que lançam a confusão, o descrédito e a desesperança, porque as ditas preocupações sociais, que dizem possuir, são de mera fachada.
A saúde, a qualidade e a esperança de Vida, têm que ser prioritárias e estar acima de interesses de qualquer espécie. A sintonia das decisões tem que se centrar na resolução das necessidades, dos que efectivamente mais precisam e quando se trata de saúde, nunca se sabe qual de nós precisará primeiro!
Trata-se de uma questão que a todos deve preocupar e mobilizar em uníssono, claro que compete aos agentes do poder local uma palavra fundamental quanto a esta reforma, e reiteramos aqui a sua responsabilidade na defesa dos interesses dos cidadãos que os elegeram e daqueles que mesmo não os tendo elegido, têm que ser por eles representados.
Este é o momento de deixarmos de ser “águas mornas”, de tudo consentirmos, há que defender efectivamente o direito à saúde e porque não a importância efectiva das Caldas da Rainha na região.

Forum "Qual será a minha Freguesia?"

Inicialmente o MVC e o MPN e depois com a adesão da AMAI organizámos um Forum/Debate subordinado ao tema "Qual será a minha Freguesia?", tendo por base o Documento Verde das Autarquias




A presença do MVC na Associação Nacional de Movimentos Autárquicos Independentes

Houve eleições para os corpos sociais da AMAI, o MVC através da sua Presidente Maria Teresa Serrenho, faz parte da direcção, sendo um dos Vice-Presidentes.




No dia das eleições em Tomar.

Dia 21 de dezembro de 2011

O dia "21 às 21" de dezembro, foi diferente, foi uma noite de fados, numa homenagem ao Fado Património imaterial da humanidade.