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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Sessão de Informação - Eleições Europeias 2014 - O Seu Voto Conta


A Associação MVC - Movimento Viver o Concelho organiza em colaboração com o Centro de Informação Europe Direct Oeste e parceria com a União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório uma Sessão de Informação sobre a Europa, só sabendo mais se pode votar em consciência. Por uma Europa mais justa, plural e honesta!


21 às 21" de Abril - "Os Primeiros Dias da Revolução de Abril!..

"Os Primeiros Dias da Revolução de Abril"














Decorreu mais um 21 às 21 horas, inserido nas comemorações do 25 de Abril. O convidado foi o Engº David Geraldes, ex-Secretário de Estado da Agricultura, Fuzileiro da Marinha Portuguesa à data do 25 de Abril de 1974. A revelação de episódios inéditos decorrentes das vivências pessoais do nosso convidado, cativaram os espectadores que assistiram a este momento único! À pergunta: O Antigo Regime sabia que iria ocorrer a revolução?, o Eng.º Geraldes responde afirmativamente, com uma prova única e valiosa, os telex militares enviados dias antes da revolução. Um regime "podre" e agastado e pouco organizado na altura, levaram a que a Revolução dos Cravos decorresse da forma como conhecemos! Contudo a democracia constrói-se e por ser um paradigma utópico, nunca está concluído, mas o Eng.º Geraldes afirma estar triste por 40 anos após a revolução, o país ainda aguardar por uma reforma do Estado. Este país que temos actualmente não foi o ideal que se queria há 40 anos atrás! Mas se Abril abriu as portas, todos nós temos um papel a desempenhar e devemos manter-nos descontentes com o que temos para melhorarmos a sociedade no futuro! 
Sala cheia e animada para ouvir pormenores e episódios únicos de quem foi actor e participante no caminho da Liberdade!

Workshop Atitude Positiva e Sucesso Pessoal

Workshop Atitude Positiva e Sucesso Pessoal


Decorreu no passado dia 29 de março, este interessantíssimo Workshop com o formador José Rafael Nascimento!

Trimestralmente será realizado um evento dentro desta temática, da responsabilidade do formador José Rafael Nascimento.

Educação para a Saúde




Todos os meses se realiza uma sessão de Educação para a Saúde, sobre vários temas, sugeridos pelos próprios participantes em cada sessão. O Enfermeiro Miguel Miguel responsável por esta actividade, desenvolve cada tema de forma simples e explicita, tirando as dúvidas apresentadas pelos presentes. 


16 de Março "A Caminho da Liberdade"






Concurso de Desenhos - 6 aos 12 anos

19/3 ·  · Tirado em Salir De Porto, Leiria, Portugal

Nas comemorações do 16 de Março, data importante na senda da Revolução dos Cravos, 40 anos depois, a Associação MVC - Movimento Viver a Concelho organizou um conjunto de caminhadas, almoço e convívio musical, num dia diferente para celebrar a liberdade! Durante este evento foram divulgados os vencedores do "Concurso de Desenhos" — em Salir de Porto.





No dia 21 de Março decorreu na sala da Assembleia Municipal, mais um "21 às 21", subordinado ao tema "Contributos para o Orçamento Participativo de Caldas da Rainha", com o orador, Arquitecto Giovanni Allegretti. Especialista na área dos Orçamentos Participativos, com trabalhos publicados sobre o tema, Giovanni prendeu os participantes com a sua arte de comunicar. Os orçamentos participativos (OP) são ferramentas de participação cidadã na gestão dos dinheiros públicos. Desde o primeiro OP em Portugal, no município de Palmela, em 2002 que as experiências têm vindo a crescer cada mais nos concelhos portugueses, contudo muito aquém daquilo que seria preferível. Uma sociedade cada vez mais informada e cada vez mais crítica, é uma sociedade mais participativa. No mundo, Portugal é o país que tem à disposição mais informação sobre os OP, o que são, como se implementam, como funcionam, contudo não existe essa preocupação inicial de disponibilizar a informação aos cidadãos, antes de avançar um OP, o que muitas das vezes condena o mesmo a não atingir os seus objectivos.
Hoje, em Portugal, existem muitos municípios a apostar nesta forma de gestão dos dinheiros públicos, disponibilizando uma verba do orçamento geral, para a realização de projectos propostos pelos cidadãos. Não existe uma uniformidade, nem um método único de organizar um OP e de município para município as diferenças notam-se.
Incluir os cidadãos, não só na apresentação das propostas, mas posteriormente na implementação das mesmas, é uma vantagem adicional que permite ensinar os cidadãos a serem mais críticos nos gastos dos dinheiros públicos. Curiosamente, é nas cidades com mais população onde existem mais OP uma vez que os cidadãos são mais desconfiados sobre a gestão do dinheiro público e o OP é uma forma de decidir e acompanhar essa gestão.
E para além disso, a identificação após a conclusão dos projectos, com placas referindo a origem também é importante para aumentar a adesão dos cidadãos, funcionando como um reconhecimento de que valeu a pena intervir. A rápida concretização dos projectos também pode contribuir para esse efeito, uma vez que projectos que se arrastam no tempo à espera de concretização, só geram atitudes negativas nos cidadãos em relação à efectividade de um OP.
Mais uma vez foi enaltecida a importância da transparência em todos os processos, não devendo ser entendida esta como uma forma de deitar uma determinada informação para cima do cidadão para ele dar sentido, mas antes de mais, as informações terem sentido para o próprio cidadão.
Um serão bem passado na companhia de quem mais sabe sobre os OP e acima de tudo comunica de uma forma fantástica! Obrigado Giovanni Allegretti!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Concurso de desenho infantil " A Caminho da Liberdade" - REGULAMENTO


Concurso de Desenho “Caminhos da Liberdade”

Regulamento

A Associação MVC-Movimento Viver o Concelho, promove o Concurso de Desenho “Caminhos da Liberdade”.
Este concurso tem como objectivo dar a conhecer o “16 de Março” nas Caldas da Rainha e comemorar os seus 40 anos.

O presente documento visa regulamentar este Concurso de Desenho Infantil.

Artigo 1º
Destinatários
O concurso é dirigido a todas as crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, completos à data de encerramento do Concurso.

Artigo 2º
Objectivos
São objectivos deste Concurso:
Dar a conhecer o 16 de Março nas Caldas da Rainha e a sua importância na preparação do 25 de Abril;
Comemorar os 40 anos do 16 de Março nas Caldas da Rainha;
Alertar para a importância da democracia e da liberdade na sociedade da hoje;
Valorizar a criatividade e o imaginário infantil;
Incentivar o desenvolvimento de competências e prática da expressão artística.

Artigo 3º
Requisitos do Concurso
Os trabalhos deverão subordinar-se ao tema: “Caminhos da Liberdade”.
Os trabalhos deverão ser elaborados em papel de dimensão A3 ou papel A4 orientação horizontal.
Os materiais a utilizar recomendados são: lápis de cor, de carvão, aguarelas e pastel. Não deverão ser utilizadas colagens que impliquem aumento substancial da espessura do papel. O concorrente e seu tutor legal, que autoriza a participação do primeiro, deverão garantir a originalidade e autoria do desenho. Cada criança só poderá submeter a concurso um desenho.

Artigo 4º
Formalização da Candidatura
1. A candidatura é feita em nome da criança autora do desenho, podendo ser entregue pela escola ou por entreposta pessoa. O desenho a concurso deve fazer-se acompanhar de um documento com as seguintes informações:
Nome da criança; Filiação; Data de nascimento; Escola que frequenta; Morada; Telefone.
2. A candidatura e o desenho a concurso deverão ser entregues em mão ou enviados por correio para:
MVC-Movimento Viver o Concelho
Rua Henrique Sales, n.º 50
2500-113 Caldas da Rainha
3. Só serão aceites os desenhos que sejam enviados até ao dia 12 de Março de 2014.
4. Os custos associados ao envio da documentação são da responsabilidade dos tutores legais da criança.
5. A Associação MVC não se responsabiliza por eventuais danos que os desenhos possam sofrer durante o transporte.
  
Artigo 5º
Prémios
As crianças concorrentes serão divididas em dois grupos: 6 aos 9 anos e dos 10 aos 12 anos.
Todos os concorrentes terão um diploma de participação no concurso.
 Ao 1º classificado de cada grupo será entregue um prémio de material escolar, bem como aos segundos e terceiros classificados. (Os prémios serão patrocinados pela Papelaria Pitau)

Artigo 6º
Constituição e Competência do Júri
O Júri é formado por 3 elementos singulares, integrando um representante MVC, 1 professor e uma pessoa ligada às artes.

Artigo 7º
Processo de Avaliação
1. O Júri baseia a sua avaliação nos critérios de criatividade e originalidade no tratamento do tema proposto, bem como na demonstração de conhecimentos de expressão artística.
2. Ao Júri reserva-se o direito de excluir da competição os trabalhos que denotem a intervenção de terceiros na sua execução.
3. Durante o período de apreciação e avaliação o Júri não terá acesso aos dados pessoais do concorrente ou tutor, à excepção da idade do primeiro.
4. Ao Júri reserva-se o direito de não seleccionar um vencedor caso a falta de qualidade dos trabalhos assim o justifique.
5. As decisões do Júri não são passíveis de recurso.

Artigo 8º
Divulgação de resultados e exposição
1.    O resultado do concurso será divulgado na página da internet da Associação MVC-Movimento Viver o Concelho, assim como no seu Facebook, de 13 a 16 de Março de 2014.
2.    O trabalho vencedor poderá servir como base para a elaboração de material promocional da Associação, ficando esta detentora de todos os direitos de utilização e reprodução do trabalho.
3.     Os vencedores serão avisados por telefone.
4.     Os desenhos vencedores assim como todos os desenhos a concurso serão expostos aquando da festa “ Caminhos da Liberdade”, na comemoração do 40º Aniversário do 16 de Março, a realizar na tarde desse dia, na Associação de Salir do Porto.

Artigo 9º
Não haverá lugar à devolução dos trabalhos concorrentes.
Os desenhos não serão devolvidos. A Associação MVC reserva-se o direito de utilizá-los nas suas publicações, exposições ou noutros suportes no âmbito das suas actividades.

Artigo 10ºDisposições finais

1. As situações não previstas pelo presente Regulamento serão analisadas pelo Júri.
2. A participação no Concurso de Desenho Infantil “Caminhos da Liberdade” implica a aceitação do presente Regulamento.



Comemoração do 16 de Março de 1974 - dia 16 de Março em Salir do Porto


Para comemorar o 16 de Março de 1974, vamos fazer um dia em cheio! Convidamos todos a participar...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Conferência de Imprensa de apresentação do Plano Estratégico e de Actividades-2014

Hoje dia 3 de Fevereiro a Associação MVC-Movimento Viver o Concelho apresentou o
Plano Estratégico e de Actividades-2014



Este foi o documento entregue à Comunicação Social:







segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

"21 às 21" de Janeiro "Má Despesa Pública" com Bárbara Rosa




Decorreu mais um "21 às 21", desta vez com a convidada Bárbara Rosa, Jurista em Direito Público e que veio falar da má despesa pública nas autarquias. Autora do Blog Má Despesa Pública e com dois livros publicados sobre a mesma temática, partilhou as suas experiências e aprendizagens neste "passatempo" que considera gratificante, dar a conhecer a todos a má gestão das finanças públicas.
Efectivamente a sociedade portuguesa precisa que os cidadãos se mobilizem nesta batalha, exigindo transparência nas contas públicas e na gestão que se faz dos dinheiros públicos. Contudo transparência não é sinónimo de divulgação e de colocar tudo a descoberto. A mera divulgação da informação, sem a explicar ou se estar numa linguagem acessível, em nada contribui para o esclarecimento dos cidadãos.
Todos os cidadãos são responsáveis e têm obrigação de participar na gestão pública, desde o poder autárquico local mais perto dos cidadãos, as Juntas de Freguesia, até à Presidência da República, que segundo a Bárbara, é a menos transparente, não divulgando o destino dos 16 milhões que recebe anualmente do Orçamento de Estado.
É muito importante informar para criar consciência crítica e a comunicação social deve ser forte e independente. O acesso à informação é um direito consagrado na Constituição da República e como tal devemos requer esse direito e não alhearmos de estar informados.
Saber como são geridos os dinheiros públicos é fundamental, pois estes são geridos por alguns, mas quando corre mal, somos todos nós que pagamos! A legislação existe e é a suficiente para condenar a má gestão e a gestão danosa, contudo as leis são contornadas e não aplicadas, contribuindo para um vazio na justiça, neste âmbito.
Para esta má gestão contribui em muito os péssimos políticos que são eleitos. Os cidadãos reiteram o voto nos maus políticos e demitem-se desse papel, motivo pelo qual actualmente a classe política está descredibilizada. É preciso ética na vida política e acima de tudo judicializar a política, para quem prevaricar não ficar impune.
Bárbara enaltece o trabalho realizado pela Associação MVC, pela participação cívica, com uma intervenção abrangente, duma forma desinteressada, sendo aquilo que a sociedade precisa, de cidadãos activos, participativos e atentos na política local.
Mais um grande momento de partilha e discussão onde o Auditório da Sede da União de Freguesias de Nossa Sra. do Pópulo, Coto e São Gregório encheu para ouvir Bárbara Rosa e esta temática sempre tão actual.



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Abraçar a Diferença - 3 de Dezembro de 2013

EVENTO ABRAÇAR A DIFERENÇA – PONTOS DE REFLEXÃO

Para assinalar a efeméride do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, que ocorreu no dia 3 de Dezembro, a Associação MVC – Movimento Viver o Concelho, associação cívica organizou o evento a que designou Abraçar a Diferença. Com o mote “defendemos que é conhecendo as diferenças que podemos lutar pela igualdade de todos”, o evento teve como principal objectivo sensibilizar para a importância da Inclusão da Pessoa com Deficiência na sociedade.
O evento Abraçar a Diferença consistiu numa apresentação/divulgação de testemunhos de vida, onde os convidados procuraram responder a três questões fundamentais:
·         Como é viver com a deficiência?







·         Como me adaptei/adapto às minhas limitações?
·         Como é viver numa cidade/concelho de Caldas da Rainha?
Os testemunhos de vida apresentados foram na primeira pessoa, cidadãs e cidadãos com deficiência, acometida por diferentes patologias tais como lesões vertebro medulares, esclerose múltipla, cegueira, paralisia cerebral e o autismo.
E porque acima de tudo o mais importante é partilhar os contributos gerados, continuando desta forma a promover a sensibilização para esta problemática, vimos por este meio apresentar as principais ideias em que vale a pena reflectir e discutir:
·         Apesar de existir legislação específica na defesa dos direitos da pessoa com deficiência, o estado português e a sociedade ainda hoje não criou as condições efectivas para uma inclusão social da pessoa com deficiência;
·         Tem sido tido em conta alguns aspectos que permitem a acessibilidade e a inclusão nas Caldas da Rainha. As obras de regeneração urbana contemplam por exemplo o rebaixamento dos passeios junto às passadeiras, diminuindo assim um grande obstáculo para quem apresenta deficiência física/funcional;
·         Nem tudo está mal nas Caldas da Rainha, contudo há pontos na cidade que são críticos:
·         Zona da Exposte, não existe estacionamentos para deficientes e as casas de banhos destinadas à pessoa com deficiência só há bem pouco tempo é que foram colocados apoios na sanita, depois de um dos participantes ter referido esse facto várias vezes junto dos entidades competentes. Ainda assim, existe uma parede que impede fechar a porta da casa de banho, se a pessoa se deslocar em cadeira de rodas;
·         O Tribunal de Caldas da Rainha, apesar de ter rampa de acesso a pessoas com deficiência, com descansos entre os declives, depois na entrada principal tem um degrau, acompanhado de outro no seu interior;
·         O acesso à Câmara Municipal, faz-se por uma rampa que tem uma extensão elevada, sem zona de descanso a meio, o que implica ter força de braços para movimentar uma cadeira de rodas;
·         Tanto o Tribunal, como a Câmara Municipal, como a Igreja, têm rampas de acesso ao interior, contudo, todos os passeios na periferia não são rebaixados junto às passadeiras, o que limita o acesso a estes;
·         A mobilidade nos transportes públicos é quase impossível para uma pessoa que se desloque numa cadeira de rodas;
·         As passadeiras, no sentido de serem detectadas por um invisual, deveriam ter junto ao início destas, uma placa metálica, para facilmente serem identificadas;
·         Muitas vezes as obras em curso não são realizadas com a devida segurança, quer para os trabalhadores, quer para quem se desloca nas imediações. Muitas vezes ficam buracos sem qualquer barreira de protecção, podendo originar sérios perigos;
·         As caixas de electricidade muitas vezes ocupam os passeios, bem como os postes de electricidade, em vez de estarem embutidos nas paredes, dando liberdade de circulação pelos passeios;
·         Caldas da Rainha, com as estruturas desportivas que apresenta, podia e deveria apostar no desporto adaptado para as pessoas com deficiência, podendo ser um polo atractivo de desenvolvimento. Uma pessoa com deficiência que queira praticar desporto nas Caldas da Rainha tem muitas dificuldades onde nalguns casos até os acessos a pessoas com deficiência são inexistentes;
·         Muitas vezes para além da falta de acessibilidades, a falta de civismo impera na nossa cidade e os estacionamentos em cima dos passeios ou até nos locais destinados a estacionamento para pessoas com deficiência são problemas que muitas vezes condicionam a mobilidade.
·         Os pais de uma criança com deficiência vêem-se muitas vezes desamparados, sem apoios e sem capacidade de cuidar devidamente e promover a educação dos seus filhos;
·         O Centro de Educação Especial Rainha Dona Leonor, instituição que trabalha nesta área não consegue dar resposta a todas as situações ou existe uma inadequação das respostas a quem delas precisa;
·         Existe uma grande incompreensão nas deficiências cognitivas e do comportamento. A nossa sociedade está pouco sensibilizada para problemas como o espectro do autismo, onde a deficiência física não existe, contudo as implicações são tão ou mais graves como uma deficiência física;
·         A inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho é sempre dificultada. Por muito bom currículo que se tenha e capacidades especiais, não existe abertura por parte das entidades empregadoras;
·         Toda a sensibilização para esta temática é pouca. Devemos pensar que um dia poderá acontecer a nós ou a um familiar nosso. Promover a inclusão da pessoa com deficiência será sempre uma prioridade, porque hoje os outros, amanhã poderemos ser nós próprios;
·         Seria interessante aquando são realizadas obras com vista a promoverem a acessibilidade à pessoa com deficiência, serem ouvidos os utilizadores nas mesmas, antes da sua construção. Evitavam-se erros arquitectónicos graves;
·         Caldas da Rainha tem tido alguma sensibilidade nestas questões, mas ainda existe muito por fazer no âmbito das acessibilidades e inclusão da pessoa com deficiência.
Podemos concluir que o evento “Abraçar a Diferença” contribuiu para sensibilizar os presentes (cerca de 60 pessoas) para esta problemática, tornando-se num momento de partilha, discussão e reflexão. Sensibilizar para estas questões nunca é demais e este evento recebeu muitos elogios na forma como decorreu e como serviu para demonstrar um acto de cidadania da Associação MVC, que prima por essa máxima!

Associação Movimento Viver o Concelho


Voltaram os encontros mensais "21 às 21" e já foram dois...

Depois das eleições Autárquicas e das eleições para os Corpos Sociais da Associação MVC e aprovação do respectivo Regimento, voltámos aos encontros mensais "21 às 21", em Novembro com Marco Almeida...





Em Dezembro com o Frei Fernando Ventura que nos deu a honra de participar pela segunda vez nestes encontros, desta vez veio apresentar-nos o seu mais recente livro "Somos Pobres, mas Somos Muitos"...